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Mosquitos, baratas e ratos em condomínios não são apenas um transtorno aos moradores. São um perigo à saúde pública. Em regiões densamente povoadas, um único registro de dengue ou leptospirose pode dar início a uma epidemia. Por isso, é importante conhecer o papel de cada pessoa na prevenção de riscos.

Controle de pragas em apartamentos
A rigor, o proprietário deve zelar pela estrutura do imóvel. Gastos com manutenção, por exemplo, são de sua responsabilidade. Entram aí a troca de encanamentos antigos ou o conserto de rachaduras.

No caso de um apartamento alugado, cabe ao inquilino arcar com as reparações decorrentes do uso do local. Trata-se da pintura, da substituição de fusíveis queimados e da limpeza de canos entupidos.

Já o dever quanto ao controle de pragas depende das circunstâncias. Se a infestação por baratas for uma questão crônica, anterior à chegada do locatário, quem paga pelo serviço é o dono do imóvel. Numa situação pontual, como o surgimento repentino de cupins, a despesa fica a cargo do inquilino.

Vale ressaltar que alguns condomínios exigem de seus moradores o controle preventivo de insetos e roedores. A frequência mínima para a realização do serviço é estipulada em estatuto ou assembleia. A contratação fica sob responsabilidade de cada morador e vale apenas para sua área individual. O descumprimento da regra pode acarretar medidas legais, já que infestações podem se alastrar e prejudicar outros apartamentos.

Controle de pragas em áreas comuns do condomínio
No entanto, prédios e conjuntos habitacionais possuem espaços de uso comum – corredores, lavanderia, playground, jardins, entre outros. Não é raro que surjam ratos nas saídas de esgoto ou pombos no telhado, afetando os condôminos de modo geral.

Quem responde por esses espaços é o síndico, em nome de todos os moradores. A contratação de uma empresa para o controle de pragas também deve ser decidida em assembleia. O investimento é coberto com as taxas já pagas pelos inquilinos.

A manutenção preventiva costuma ser o meio mais barato e seguro de evitar incidentes. Na falta de cuidados, a infestação pode piorar rapidamente e causar danos aos habitantes do lugar. Constatada a negligência, o síndico pode ser responsabilizado judicialmente, tendo que indenizar a massa condominial.

Portanto, devem-se adotar boas práticas em todas as áreas comuns:

– Não depositar lixo em locais impróprios;

– Manter as tampas dos ralos e dos bueiros fechadas;

– Recolher sobras de alimentos após o uso de quiosques e churrasqueiras.

Esses hábitos podem tornar-se regras do condomínio, reforçadas nas reuniões ou em cartazes afixados nos prédios. Além disso, sugere-se manter um calendário para o controle preventivo de pragas, pois esses serviços precisam ser renovados regularmente, o que assegura sua eficácia.

FONTE: G1

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Você começou a notar que a água de sua residência está com um aspecto diferente, seja no gosto ou no cheiro? Talvez seja o momento de realizar uma limpeza em sua caixa d’água.

Afinal, tão importante quanto beber água é deixá-la sempre saudável para o consumo. E para manter sempre em condições ideais a sua “fonte de vida”, uma coisa é imprescindível: o seu reservatório deve estar sempre limpo.

A limpeza de caixa d’agua deve ser feita a cada seis meses, não importando se ela é feita de fibrocimento, concreto, fibra de vidro ou plástico. O objetivo é a destruição de microrganismos nocivos à saúde, evitando infecções e doenças.

O volume ideal para cada residência
1 a 4 moradores – 500 litros
5 a 6 moradores – 750 litros
7 a 10 moradores – 1.000 litros

A limpeza da caixa d’água é o procedimento que deixará o líquido livre de qualquer tipo de contaminação, inclusive das larvas do mosquito transmissor da dengue.

A limpeza da caixa de água
A Hoffmann empresa realiza esse tipo de limpeza. Saiba como funciona:

Nas operações de limpeza de caixas d’água e de higienização de reservatórios de água são aplicados produtos que agem na remoção instantânea dos depósitos (ferrugem, manganês e carbonatos).

Todo o procedimento é a favor do meio ambiente: os produtos são biodegradáveis e, por isso, não geram compostos pós-desinfecção.

Não é o ideal, mas se, porventura, você decidir arriscar-se a limpar por conta própria em vez de contar com a garantia de um serviço profissional, siga essas dicas abaixo.

1- Utilize pano e esponja macia para limpar o fundo e as paredes internas do reservatório.
2- Se for necessário, utilize pá plástica e escova de cerdas de fibra vegetal, ou cerdas plásticas macias, para retirar excessos de sujeira/resíduos do reservatório.
3- IMPORTANTE: nunca utilize escova de cerdas metálicas, detergentes e qualquer tipo de sabão, no procedimento de limpeza da caixa d´água.

FONTE: G1

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A qualidade da água deve ser uma preocupação constante das empresas alimentícias. Mais que um agente de limpeza, ela também é um ingrediente básico na composição e no preparo de refeições. Dos produtos industrializados à comida fresca, é difícil encontrar alguma receita que não dependa, direta ou indiretamente, do líquido.

Medidas para garantir a qualidade da água
O Ministério da Saúde, por meio da Portaria 2914/2011, exige que a água utilizada no preparo de alimentos seja considerada potável. O próprio documento define critérios físico-químicos e microbiológicos que delimitam essa categoria.

Cabe aos órgãos públicos fiscalizar irregularidades e garantir que o abastecimento à população ocorra da maneira correta. Aos proprietários de restaurantes ou indústrias do ramo, compete zelar pelo seu patrimônio, denunciando às entidades quaisquer suspeitas de alteração.

Recentemente, Porto Alegre registrou casos de mau cheiro e gosto ruim na água captada do Guaíba. Segundo técnicos do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), tratava-se de efeito da proliferação de cianobactérias junto à foz do rio Gravataí. Apesar do aspecto duvidoso, não se confirmou risco à saúde pública.

Ainda assim, melhor pecar pelo excesso que pela falta de cuidados. Sabor acentuado, odor estranho ou mesmo coloração atípica são os sinais mais óbvios de que pode haver algo errado. Contudo, há casos graves que não se manifestam de maneira tão clara.

Higienização de reservatórios controla agentes patógenos
A captação deve ocorrer em fontes seguras, devidamente testadas pelas autoridades. Uma elevada concentração de minerais, por exemplo, pode alterar a chamada dureza da água. No longo prazo, isso provoca avarias em equipamentos e utensílios de cozinha, além de prejudicar a ação de detergentes. Resumindo: prejuízo ao negócio.

A água imprópria para consumo também compromete as características nutricionais da comida. Em situações mais problemáticas, há, ainda, o risco de intoxicação alimentar, devido a protozoários e bactérias como as dos grupos Salmonella e E. Coli. Esses micro-organismos são responsáveis por gastroenterites, febre tifoide e outros males.

Os agentes patógenos se proliferam em reservatórios que não recebem a higienização adequada. Vale lembrar que pombos, ratos, baratas e mosquitos podem transitar por esses recipientes.

Portanto, recomenda-se a manutenção da caixa d’água, conforme a resolução RDC nº 216, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O texto determina que o espaço esteja livre de rachaduras, infiltrações e vazamentos, sendo usado material adequado para o revestimento. Já a limpeza deve ocorrer, no máximo, a cada seis meses.

Para certificar-se da eficácia do procedimento, é importante contar com o auxílio de uma equipe especializada. Os profissionais realizam a desinfecção bacteriológica com substâncias específicas, antes de repor a água potável. Isso mantem sua empresa livre de ameaças.

FONTE: G1

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A limpeza da caixa d’água faz parte da rotina de manutenção de qualquer empresa. Porém, o procedimento pode causar transtornos. Imagine ficar um dia inteiro sem abastecimento num salão de beleza ou num condomínio corporativo!

É por isso que a contratação do serviço deve ser planejada. A seguir, veja dicas para assegurar a higienização do reservatório sem causar impacto na produtividade.

Por que limpar a caixa d’água?

Autoridades sanitárias recomendam limpar a caixa d’água, pelo menos, uma vez a cada seis meses. É que, com o tempo, o recipiente acumula material biológico. Cria-se uma crosta escura nas paredes internas, que causa mau cheiro e pode, inclusive, deteriorar o equipamento.

A falta de manutenção abre espaço para problemas como fissuras e infiltrações nos reservatórios. Logo, o ambiente torna-se propício para a proliferação de pragas urbanas. Pombos, ratos e mosquitos encontram, nesses lugares, refúgios para abrigar-se ou procriar.

A consequência é o aumento da sujeira, com o risco de contaminação da água. Em empreendimentos do setor alimentício, por exemplo, esse descuido acarreta multas e até a interdição das atividades. Portanto, a higienização de reservatórios deve estar sempre em dia.

Como ocorre a higienização de reservatórios de água?

O procedimento de limpeza do reservatório começa pelo esvaziamento do recipiente. Depois, a equipe realiza o enxague e a desinfecção bacteriológica, com substâncias específicas. Por fim, é feita a reposição de líquido potável.

Durante esse processo, o fornecimento de água do prédio é interrompido. Aliás, faz parte das boas práticas evitar a abertura de torneiras e o acionamento de descargas. Impede-se, desse modo, a entrada de ar nos canos.

Para evitar desperdício de água, recomenda-se fechar o hidrômetro dias antes da manutenção. Assim, quando os profissionais iniciarem a limpeza, o nível dos reservatórios já estará abaixo de 20 cm de altura.

Modalidade contratual ajuda no planejamento

Os colaboradores da empresa precisam saber, de antemão, os dias e horários da higienização da caixa d’água. Com isso, podem planejar-se adequadamente.

Companhias de grande porte não costumam notar impacto. Dependendo da quantidade de reservatórios no edifício, o serviço pode ser setorizado, sem corte total no abastecimento.

Já estabelecimentos menores, especialmente os que dependam diretamente do uso da água, devem encontrar alternativas. Restaurantes podem reservar galões para o preparo de alimentos. Outra sugestão é agendar a limpeza para dias de pouco movimento, ou quando não há atendimento ao público.

Para facilitar o planejamento, a dica é optar pela modalidade contratual da higienização de reservatórios. Em vez de chamar os profissionais uma única vez, você pode estabelecer datas para visitas futuras, com periodicidade fixa. Desse modo, o calendário de manutenção pode ser organizado com meses de antecedência, de acordo com as necessidades do seu negócio.

FONTE: Insetcid

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Higienização de Reservatórios, Qualidade de Vida

Você sabe como limpar a caixa d’água de sua residência ou de seu estabelecimento comercial? Quando foi a última vez que o reservatório passou por uma higienização?

As perguntas servem de alerta, pois esse tipo de equipamento requer manutenção periódica. É que, ao longo dos meses, matéria orgânica vai se acumulando no interior do recipiente. Isso pode causar mau cheiro, deteriorar as estruturas e até mesmo desencadear doenças.

Porém, não adianta lavar a caixa d’água com uma esponja. Algumas ameaças invisíveis podem continuar ali. Portanto, você deve buscar soluções específicas para realizar o procedimento de limpeza com segurança.

Água tratada não garante limpeza do reservatório
Em agosto de 2018, os moradores de Taquara/RS viveram dias de transtorno. Um deslizamento de terra interrompeu o abastecimento de água em vários bairros do município.

Um morro cedeu e deslocou o encanamento subterrâneo, causando rompimentos. Técnicos da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) providenciaram máquinas vindas de Porto Alegre para realizar o conserto. No entanto, mesmo após a finalização dos trabalhos, os problemas persistiram.

O barro do morro havia se misturado à água tratada. Quando o líquido voltou a jorrar nas torneiras das casas, era escuro e espesso. Imagine a quantidade de sujeira que ficou depositada nos reservatórios.

E esse é apenas um episódio que ilustra possíveis complicações. Acontece que, algumas vezes, as consequências não são tão visíveis num primeiro momento.

Por exemplo, a captação em poços artesianos é uma situação que merece cuidados. Como esses locais nem sempre são monitorados pelas autoridades, pode haver contaminação por bactérias, protozoários e outros agentes patógenos. O resultado são intoxicações alimentares e outras doenças do sistema digestivo.

A mera concentração de minerais na fonte já ocasiona perdas. Esses elementos alteram a chamada dureza da água. No longo prazo, isso provoca avarias nos utensílios de cozinha, além de dificultar a ação de detergentes.

Por que e como limpar a caixa d’água
As autoridades sanitárias recomendam que a limpeza da caixa d’água seja feita pelo menos a cada seis meses. Esse é o tempo para impedir que as incrustações escuras, resultantes do acúmulo de material biológico, danifiquem ainda mais o equipamento.

Caso o reservatório passe anos sem qualquer tipo de manutenção, pode haver fissuras e até infiltrações. Nesse ponto, você estará abrindo brecha para inconvenientes graves.

Água limpa e parada é o ambiente ideal para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. O inseto é um conhecido vetor de enfermidades, tais como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Outras pragas também podem invadir o reservatório para saciar a sede. Baratas, pombos e ratos são apenas algumas delas. Todos esses seres costumam carregar fungos, bactérias e outros agentes nocivos à saúde humana.

Sem contar que criaturas maiores podem se afogar na caixa d’água. Não é raro observar pedaços de bichos mortos, já em estado de decomposição, nos recipientes que apresentem conservação precária.

Já deu para entender por que a higienização é tão importante, né? Então veja alguns cuidados para limpar o reservatório de água.

Esvazie a caixa d’água
A primeira medida é esgotar o líquido que estiver no interior da estrutura. Durante a limpeza, o nível da água deve ficar abaixo dos 20 cm de altura.

Evite desperdícios. Feche os registros com antecedência e consuma a água normalmente até que a quantidade no reservatório diminua. Outra opção é armazenar o excedente em galões para utilização subsequente.

Esfregue as paredes internas
A higienização propriamente dita pode ser realizada com um pano ou uma esponja macia. Esfregue o fundo e as paredes internas, de modo a remover os sinais visíveis de sujeira.

Importante: não aplique esponja de aço, escova com cerdas metálicas ou detergentes. Esses produtos são abrasivos e comprometem a integridade do equipamento.

Abasteça o reservatório
Finda a limpeza, você já pode vedar a caixa d’água e reabastecê-la com água potável. Aguarde pelo menos 30 minutos antes de retomar o consumo.

Lembre-se que, enquanto a operação estiver sendo realizada, não se deve abrir torneiras nem acionar descargas no prédio. Essa medida é para prevenir a entrada de ar na tubulação.

Por que usar ajuda profissional na limpeza da caixa d’água?
O passo a passo anterior dá a entender que higienização de reservatórios é um procedimento simples. Só que leigos podem enfrentar alguns obstáculos.

Na maioria das edificações, a caixa d’água fica num local de difícil acesso. É preciso subir num telhado ou escalar uma torre. Movimentações assim exigem o uso de equipamentos de segurança, além de treinamento específico para trabalho em altura.

Outro fator preocupante é que a maioria dos agentes patogênicos não é visível a olho nu. Você até pode remover o lodo e as crostas do interior da caixa d’água, mas como saber se as bactérias foram eliminadas?

Na dúvida, o melhor é contar com ajuda especializada. Uma equipe profissional conduz a desinfecção bacteriológica com substâncias especiais. Os compostos, altamente eficazes contra a proliferação de microrganismos, não agridem o meio ambiente nem oferecem risco à saúde dos consumidores.

Os profissionais da Insetcid seguem manuais de boas práticas para uma limpeza de caixa d’água segura e eficiente. Nossos colaboradores vestem equipamentos de proteção individual e tomam todas as precauções para evitar acidentes durante o serviço.

Para sua comodidade, também oferecemos a modalidade contratual. Nesse tipo de acordo, em vez de acionar a empresa uma única vez, você estabelece datas para visitas futuras.

A periodicidade fixa facilita o planejamento das atividades. Você organiza o calendário de manutenção com meses de antecedência, de acordo com as necessidades de seu negócio. Assim, o serviço pode ser setorizado, sem corte total do abastecimento, ou então marcamos a limpeza da caixa d’água para o dia de folga dos funcionários.

FONTE: Insetcid

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Água é saúde. E para que ela só traga benefícios ao corpo, deve ter características sanitárias adequadas, livre de organismos patogênicos e de substâncias tóxicas. Vem daí a importância da limpeza e desinfecção bacteriológica de caixas de água – que devem ocorrer a cada seis meses ou quando houver suspeita de contaminação por substâncias químicas ou por pragas que podem ocupar seu interior, como roedores, baratas, pombos e mosquitos.

O procedimento de limpeza e higienização de caixas de água da Imunizadora Hoffmann consiste no esvaziamento, desinfecção bacteriológica e reposição de água potável no recipiente. O trabalho elimina incrustações escuras que se instalam nas paredes dos reservatórios e formam uma película biológica (a qual está sempre em crescimento) que provoca contaminações, mau cheiro e deterioração dos equipamentos.

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