Artigos por "atomização"

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Mosquitos, baratas e ratos em condomínios não são apenas um transtorno aos moradores. São um perigo à saúde pública. Em regiões densamente povoadas, um único registro de dengue ou leptospirose pode dar início a uma epidemia. Por isso, é importante conhecer o papel de cada pessoa na prevenção de riscos.

Controle de pragas em apartamentos
A rigor, o proprietário deve zelar pela estrutura do imóvel. Gastos com manutenção, por exemplo, são de sua responsabilidade. Entram aí a troca de encanamentos antigos ou o conserto de rachaduras.

No caso de um apartamento alugado, cabe ao inquilino arcar com as reparações decorrentes do uso do local. Trata-se da pintura, da substituição de fusíveis queimados e da limpeza de canos entupidos.

Já o dever quanto ao controle de pragas depende das circunstâncias. Se a infestação por baratas for uma questão crônica, anterior à chegada do locatário, quem paga pelo serviço é o dono do imóvel. Numa situação pontual, como o surgimento repentino de cupins, a despesa fica a cargo do inquilino.

Vale ressaltar que alguns condomínios exigem de seus moradores o controle preventivo de insetos e roedores. A frequência mínima para a realização do serviço é estipulada em estatuto ou assembleia. A contratação fica sob responsabilidade de cada morador e vale apenas para sua área individual. O descumprimento da regra pode acarretar medidas legais, já que infestações podem se alastrar e prejudicar outros apartamentos.

Controle de pragas em áreas comuns do condomínio
No entanto, prédios e conjuntos habitacionais possuem espaços de uso comum – corredores, lavanderia, playground, jardins, entre outros. Não é raro que surjam ratos nas saídas de esgoto ou pombos no telhado, afetando os condôminos de modo geral.

Quem responde por esses espaços é o síndico, em nome de todos os moradores. A contratação de uma empresa para o controle de pragas também deve ser decidida em assembleia. O investimento é coberto com as taxas já pagas pelos inquilinos.

A manutenção preventiva costuma ser o meio mais barato e seguro de evitar incidentes. Na falta de cuidados, a infestação pode piorar rapidamente e causar danos aos habitantes do lugar. Constatada a negligência, o síndico pode ser responsabilizado judicialmente, tendo que indenizar a massa condominial.

Portanto, devem-se adotar boas práticas em todas as áreas comuns:

– Não depositar lixo em locais impróprios;

– Manter as tampas dos ralos e dos bueiros fechadas;

– Recolher sobras de alimentos após o uso de quiosques e churrasqueiras.

Esses hábitos podem tornar-se regras do condomínio, reforçadas nas reuniões ou em cartazes afixados nos prédios. Além disso, sugere-se manter um calendário para o controle preventivo de pragas, pois esses serviços precisam ser renovados regularmente, o que assegura sua eficácia.

FONTE: G1

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Por dois motivos. O primeiro é que a quantidade de sangue que o inseto suga de uma pessoa é muito pequena, assim como a concentração de partículas virais. A maioria dos infectados com HIV não possui níveis detectáveis de vírus no sangue (o que não é o caso de pessoas contaminadas com dengue, por exemplo). E os que possuem ainda assim têm níveis muito baixos – bem abaixo do necessário para transmissão de outras doenças virais. O outro motivo é que o HIV, diferentemente do vírus da malária e da febre amarela, por exemplo, não se multiplica dentro dos insetos – pelo contrário, é destruído.

Mesmo que carregassem quantidade suficiente de vírus, mosquitos não são como seringas: a regurgitação de saliva ocorre por uma passagem e a ingestão de sangue por outra

Esmagá-lo no braço também não transmite a doença, porque a concentração viral é pequena

FONTE: super.abril

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Depois das plantas geneticamente modificadas, a ciência dá o passo seguinte - e cria um animal transgênico. Será que isso é uma boa ideia?

Você nasce, cresce, chega à idade adulta. Em dado momento, sai por aí em busca da sua cara-metade – ou, colocando a questão menos romanticamente, atrás de alguém para satisfazer o impulso de fazer sexo (ah, os hormônios…). O problema, por assim dizer, é que você carrega um segredo dentro de si. Um segredo terrível, que vai destruir a sua própria espécie. Parece um conto bíblico, mas é real: é a história do OX513, um mosquito geneticamente modificado que foi criado pelo homem com a missão de extinguir o Aedes aegypti e acabar com a epidemia de dengue. Depois de criar versões transgênicas de plantas como o milho e a soja, agora a humanidade modifica o DNA de um bicho e se prepara para liberá-lo na natureza. Aqui mesmo no Brasil – onde fica a primeira fábrica de mosquitos transgênicos do mundo.

Mosquitos são criaturas terríveis. Estima-se que eles tenham sido responsáveis por metade de todas as mortes de seres humanos ao longo da história. Ou seja, mataram mais gente do que qualquer outra coisa. Isso acontece porque, como se multiplicam rápido e em enormes quantidades, são excelentes transmissores de doenças – como a dengue, que é causada por um vírus chamado DENV. O mosquito pica uma pessoa infectada, adquire o vírus, e o espalha para outras pessoas ao picá-las também. A dengue é uma doença séria, que pode matar, e um grande problema no Brasil: em 2013, o Ministério da Saúde registrou 1,4 milhão de casos, mais que o dobro do ano anterior. Tudo culpa do Aedes aegypti. Ele é um mosquito de origem africana, que chegou ao Brasil via navios negreiros, na época do comércio de escravos. E hoje, impulsionado pela globalização, levou a dengue a mais de cem países (na década de 1970, apenas nove tinham epidemias da doença). Os números mostram que, mesmo com todos os esforços de combate e campanhas de educação e prevenção, o mosquito está ganhando a guerra.

Entra em cena o OX513A, que foi criado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra. Ele é idêntico ao Aedes aegypti – exceto por dois genes modificados, colocados pelo homem. Um deles faz as larvas do mosquito brilharem sob uma luz especial (para que elas possam ser identificadas pelos cientistas). O outro é uma espécie de bomba-relógio, que mata os filhotes do mosquito. A ideia é que ele seja solto na natureza, se reproduza com as fêmeas de Aedes e tenha filhotes defeituosos – que morrem muito rápido, antes de chegar à idade adulta, e por isso não conseguem se reproduzir. Com o tempo, esse processo vai reduzindo a população da espécie, até extingui-la. Recentemente, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, um órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, aprovou o mosquito. E o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a permitir a produção em grande escala do OX513A – que agora só depende de uma última liberação da Anvisa. A Oxitec, empresa criada pela Universidade de Oxford para explorar a tecnologia, acredita que isso vai ocorrer. Tanto que acaba de inaugurar uma fábrica em Campinas para produzir o mosquito.

O OX513A já foi utilizado em testes na Malásia, nas Ilhas Cayman (no Caribe) e em duas cidades brasileiras: Jacobina e Juazeiro, ambas na Bahia. Deu certo. Em Juazeiro, a população de Aedes aegypti caiu 94% após alguns meses de `tratamento¿ com os mosquitos transgênicos. Em Jacobina, 92%. As outras formas de combate, como mutirões de limpeza, campanhas educativas e visitas de agentes de saúde, continuaram sendo realizadas. “Nós não paramos nenhuma ação de controle. Adicionamos mais uma técnica”, diz a bióloga Margareth Capurro, da USP, coordenadora técnica das experiências. Há indícios de que o mosquito transgênico funciona. Mas ele também tem seu lado polêmico.

VIDA ARTIFICIAL

Há quatro anos, quando os mosquitos da Oxitec chegaram à Malásia para uma das primeiras rodadas de teste, surgiu uma preocupação. Quando um organismo geneticamente modificado é introduzido na natureza, seja ele uma planta ou um animal, é complicado prever tudo o que pode acontecer – e muito difícil contê-lo se alguma coisa der errado. Em tese, os mosquitos transgênicos não têm como se espalhar. Três a quatro dias depois de serem soltos, e de fazer sexo com uma fêmea, eles simplesmente morrem. Seus filhotes não conseguem crescer, e também morrem. E a história acaba aí. Mas, e se o mosquito OX513A sofresse uma mutação, e se tornasse imune ao gene letal? Afinal, é assim que a evolução funciona. Mutações são inevitáveis. “Todas as espécies agem para burlar os fatores que tentam exterminá-las”, afirma o biólogo Carlos Andrade, da Unicamp. Se o inseto transgênico conseguisse vencer o gene letal, ele poderia se reproduzir livremente – e se tornaria incontrolável. Foi essa a preocupação do grupo ambientalista inglês EcoNexus, que enviou uma carta às autoridades da Malásia. “Os [insetos] transgênicos podem não ser completamente erradicados do ecossistema, com consequências perigosas.” A Oxitec diz que não há risco. Ela estima que até 5% dos filhotes transgênicos poderão sobreviver ao gene letal, e chegar à idade adulta. Mas eles serão menores e mais fracos do que os mosquitos “selvagens”, e por isso não conseguirão se reproduzir. Mesmo se conseguirem, em tese não terão nenhuma característica que os torne mais perigosos que o Aedes comum. Além disso, como eles são criados em laboratório, seu DNA pode ser monitorado. “Os dois genes [que foram] inseridos são muito estáveis. A linhagem OX513A foi criada em 2002, e até agora teve mais de cem gerações em laboratório, sem nenhuma mudança nos genes inseridos”, afirmou a empresa em nota enviada à SUPER.

GUERRA DOS SEXOS

Os mosquitos machos se alimentam de frutas, e por isso não picam. Quem pica é a fêmea, que precisa de sangue humano para nutrir seus ovinhos. É ela que transmite a dengue. Por isso, as fêmeas de OX513A são separadas no próprio laboratório. Algumas são mantidas em cativeiro, para reproduzir a espécie, e as demais são mortas (veja no infográfico). Apenas os machos, que não picam, são liberados na natureza.

O processo de separação não é perfeito. Até 0,2% dos mosquitos liberados são fêmeas, que podem picar seres humanos. Não é uma quantidade insignificante. A fábrica da Oxitec em Campinas tem capacidade para produzir 500 mil mosquitos machos por semana, podendo ser ampliada para 2 milhões. Isso significa que, devido à margem de erro, mil a 4 mil fêmeas seriam liberadas a cada semana. E elas poderiam transmitir dengue. A Oxitec questiona essa possibilidade. “Para transmitir dengue, a fêmea primeiro tem de pegar dengue”, diz Sofia Pinto, supervisora de produção dos mosquitos. O ciclo da dengue, em que o mosquito pega o vírus de uma pessoa e o transmite para outra, leva cerca de dez dias. Um estudo 1 revelou que em condições ideais, de laboratório, as fêmeas de OX513A podem alcançar 16 dias de vida. Mas, segundo a Oxitec, isso não ocorre na natureza – onde os insetos transgênicos não sobrevivem mais de quatro dias. Ou seja: em tese, as fêmeas liberadas acidentalmente não teriam tempo de espalhar a doença.

O impacto ambiental é outra questão relevante. Uma eventual extinção do Aedes aegypti não poderia acabar criando um desequilíbrio ecológico? “Não acredito que vamos ter efeitos negativos, porque esse mosquito é uma espécie invasora”, diz Glen Slade, diretor da Oxitec. O mosquito da dengue já chegou a ser erradicado no Brasil, na década de 1950, e só voltou nos anos 80 (vindo da Ásia). “Não existe animal que viva nos criadouros desse mosquito, como caixas d¿água e vasos de plantas. E animais como lagartixa, sapo, pássaro comem qualquer inseto que voe, não só esse mosquito”, explica Margareth Capurro, da USP. “Ele é uma praga. Não faz parte do ecossistema. É um mosquito que vive somente nas áreas urbanas, completamente associado ao homem”, completa. Ou seja, os predadores naturais do Aedes não vão passar fome. Mas existe, sim, uma possibilidade de desequilíbrio ambiental: o nicho ecológico do Aedes aegypti ser ocupado por outra espécie. Um possível candidato é o Aedes albopictus, que também transmite dengue. Tanto que a Comissão Nacional de Biossegurança condicionou a aprovação do mosquito transgênico a uma exigência: a Oxitec deverá monitorar a população de Aedes albopictus, para detectar com antecedência uma eventual proliferação dessa outra espécie.

Apesar de todos os poréns científicos, a crítica mais forte ao inseto transgênico está relacionada a algo trivial: a quantidade de mosquitos necessária. O OX513A é fisicamente mais fraco do que o mosquito natural, e por isso tem que ganhar em número. Para que a técnica dê certo, e o transgênico consiga acasalar com as fêmeas (para gerar descendentes inférteis e acabar com a espécie), é preciso liberar uma quantidade enorme dele: dez mosquitos transgênicos para cada mosquito selvagem. Na prática isso significa que, para tratar uma área bem pequena, com apenas 10 mil habitantes, seria preciso liberar 2 milhões de mosquitos por semana durante a fase inicial de tratamento, que dura de quatro a seis meses. Isso é alvo de críticas de alguns especialistas. “Liberar milhões de mosquitos numa área de alguns quarteirões urbanos é insano. É forçar para dar certo”, diz o biólogo Carlos Fernando Andrade, da Unicamp. “Para tratar 1 milhão de pessoas, 10 milhões de pessoas, precisaríamos criar muitas fábricas”, admite Glen Slade, da Oxitec. Ou seja: a quantidade necessária de mosquitos OX513A para erradicar a dengue, num país do tamanho do Brasil, pode acabar sendo inviavelmente grande. “Criar mosquito para depois matar mosquito não é nada inteligente. E, no caso de se usar transgênicos, é caro”, afirma Andrade. A Oxitec estima que, para tratar uma cidade pequena, de 50 mil pessoas, o custo fique entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões no primeiro ano (em seguida, R$ 1 milhão anual para manutenção). “Com boas práticas domésticas e do poder público, evitando água parada, não se cria o vetor [o Aedes aegypti]”, diz Andrade.

O OX513A pode acabar se mostrando uma solução sofisticada demais para um problema que pode ser atacado com medidas mais simples. Talvez a vacina contra o vírus da dengue (leia texto abaixo) acabe funcionando e torne desnecessário o uso de mosquitos transgênicos. Ou, quem sabe, o inseto geneticamente modificado venha a ser liberado em grande volume – e de fato consiga exterminar o Aedes aegypti. E a humanidade terá conseguido extinguir uma espécie usando outra espécie – que ela mesma criou.

* * *
E a vacina?
Seria muito mais fácil controlar a dengue com uma vacina. E ela pode estar perto de virar realidade. Num estudo 2 feito na Ásia, 10 mil crianças receberam uma vacina experimental, fabricada pelo laboratório francês Sanofi Pasteur. Entre elas, houve 56,5% menos casos de dengue. Ou seja: a vacina não é perfeita, mas parece fazer efeito. O problema é que só imuniza contra três dos quatro subtipos de vírus da dengue – e os cientistas ainda não sabem o porquê. Há outro estudo em curso, com 20 mil voluntários espalhados por Brasil, Colômbia, Honduras, México e Porto Rico.

FONTE: super.abril

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Por que pernilongos picam algumas pessoas sempre e outras não?
E como eles alcançam áreas cobertas do corpo?

Ninguém é imune a picadas nem tem o sangue mais ou menos apetitoso. Mas, dependendo do dia, uma pessoa pode estar mais atrativa do que outras. Mosquitos dependem de estímulos para escolher a vítima e são atraídos pela silhueta, pelos movimentos e pelo cheiro. Suar muito, veja só, produz ácido lático, cujo perfume é atraente para os insetos. O CO2 exalado na respiração também desperta interesse dos pernilongos, o que explica aquele torturante zumbido perto do ouvido à noite. O mesmo vale para o odor do pé, vulgo chulé.

Para se safar sem inseticidas ou repelentes, a estratégia é fazer o corpo cheirar diferente e confundir o inimigo: vale ingerir alho e cebola – alimentos cujo odor exala pela pele – ou usar loções, perfumes, desodorantes e cremes – nada específico, tem que testar.

Sobre ser picado por baixo da roupa, nem todo pernilongo é capaz dessa façanha. Algumas espécies que vivem em ambientes menos urbanos conseguem enfiar a tromba (ou probóscide) através das grossas peles de capivaras, preás, pássaros e macacos. Para esses, atravessar camisetas e até jeans é bico.

FONTE: super.abril

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Sanitização de Ambientes é um processo de higienização e eliminação de agentes causadores de infecções, alergias, patógenos que causam bronquite, asma, renite dentre outros desconfortos provenientes de fungos ou mofos. ... Ao ser aplicada, cria uma camada protetora que age impedindo a proliferação de fungos e bactérias.

Mesmo após uma boa faxina, o ambiente ainda pode conter fungos, bactérias e ácaros. O problema se agrava em locais com grande circulação de pessoas. Por isso, você precisa recorrer aos serviços de sanitização, que eliminam microrganismos nocivos e previnem a proliferação de doenças. A seguir, saiba tudo sobre esse tipo de procedimento.

O que é a sanitização de ambientes?
Trata-se de um trabalho que combate agentes patogênicos como bactérias, ácaros e fungos. Artigos de limpeza comuns, como vassouras e detergentes, não são eficazes para eliminar essas ameaças invisíveis, então é preciso recorrer a equipamentos especiais.

Para que serve a sanitização de ambientes?
Em linhas gerais, para garantir benefícios à saúde das pessoas, proporcionando leveza e bem-estar aos recintos. O acúmulo de bactérias, vírus e outros microrganismos impede que se que viva uma rotina plenamente saudável. Logo, a sanitização ajuda a frear a disseminação de doenças respiratórias, como rinites e resfriados.

Ainda, esse procedimento contribui na conservação de alimentos e objetos. Sem mofo ou bactérias para deteriorar os materiais, mantém-se a vida útil dos produtos por mais tempo.

Como a sanitização é feita?
A substância sanitizante é aplicada por uma equipe de especialistas. A única exigência é o isolamento do local pelo período em que durar o serviço. Os profissionais usam aparelhos de alta tecnologia e equipamentos de proteção individual adequados.

A ação química do produto forma uma película protetora nas paredes do ambiente, que ficam protegidas contra a proliferação de microrganismos. O tempo de aplicação depende diretamente do tamanho do espaço a ser sanitizado.

Poucas horas após o procedimento, pessoas e animais já podem retornar à área. O produto sanitizante é livre de riscos, pois não é inflamável nem corrosivo.

Quais estabelecimentos devem recorrer ao procedimento?
Qualquer residência ou estabelecimento comercial pode recorrer à sanitização de ambientes. Recomenda-se esse trabalho, especialmente, para endereços com grande circulação de pessoas.
A combinação de umidade, suor e temperaturas mais altas é comum em salas fechadas. Essa é a receita ideal para que colônias de bactérias aumentem. Boates e academias, por exemplo, devem recorrer à sanitização periodicamente, como já comentamos neste blog.
No caso de fábricas, devido ao elevado número de colaboradores em atividade, há de se considerar o risco de contaminação da produção. Dependendo do segmento – caso da indústria alimentícia, entre outras –, pode haver consequências para a saúde pública.
Falando nisso, clínicas, consultórios e hospitais também merecem atenção especial. Os pacientes carregam vírus e bactérias da rua. Portanto, a qualidade da limpeza é a chave para a prevenção e o combate a infecções.
Por fim, ainda podemos citar a necessidade da sanitização em escritórios, lojas, hotéis, pousadas, motéis e até mesmo veículos de passageiros. Já em se tratando de propriedades na zona rural, o serviço é importante para preservar a saúde tanto de pessoas quanto de animais.

É preciso renovar o serviço?
Sim. Recomenda-se que o serviço de sanitização de ambientes seja realizado a cada três meses. Essa medida garante a máxima eficácia do produto sanitizante.

Existe outra maneira de purificar o ar?
Existe. Além da sanitização tradicional, você pode realizar a aplicação do ozonizador. O aparelho desinfeta o ar, eliminando mofo, ácaros, bactérias e uma série de outros microrganismos. O equipamento é portátil, tem baixíssimo consumo de energia e não possui contraindicação para pessoas alérgicas, já que não utiliza químicos. É uma alternativa para remover odores ruins do ambiente, como cheiro de cigarro.

O que mais pode ser feito pela limpeza do ambiente?
É importante assegurar a correta higienização de cortinas, sofás e camas. Aliás, o acúmulo de ácaros num travesseiro pode ser a razão para espirros, coceira e até falta de ar. Esses pequenos aracnídeos comprometem bastante a qualidade do sono de um hóspede.
Sendo assim, recomendamos a sanitização de estofados. O procedimento é feito com um aparelho projetado para a limpeza profunda de camas, colchões, tapetes, sofás, cadeiras, berços, travesseiros, almofadas, cortinas, lençóis e outros tipos de tecidos. A renovação do serviço deve ser feita a cada quatro meses.
Quer experimentar o serviço antes de decidir se vai comprar? Clique na imagem abaixo e agende sua demonstração gratuita de Sanitização de Colchão, Tapetes e Estofados.

Quem realiza a sanitização de ambientes?
A Insetcid Dedetizadora conta com equipes treinadas e capacitadas para realizar o procedimento. A empresa oferece os seguintes serviços: sanitização de ambientes; sanitização de colchões, tapetes e estofados.

FONTE: Insetcid Dedetizadora

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A ciência explica como esses insetos conseguem escapar ilesos após sugarem nosso sangue. A chave para a fuga está na sua dinâmica de voo

O zumbido irritante é suficiente para nos deixar com o alerta ligado. Mas, na maioria das vezes, costuma ser tarde demais: o incômodo mosquito, bem antes de percebermos, já pousou na nossa pele e coletou parte de sua refeição sanguínea diária. Depois de ficar duas ou até três vezes mais pesado que no início da ceia, o inseto precisa só dar um jeito de zarpar de sua boca-livre. Sair sorrateiramente é essencial para evitar a possível represália — normalmente, um tapa certeiro que põe fim à sua carreira como chupador de sangue.

A destreza com que eles driblam essa vingança é o que mais impressiona. Nossa mão é dezenas de vezes maior que seu corpo, o que, pelo menos em teoria, nos permitiria detê-los facilmente. O que exatamente torna possível que eles voem entre nossos dedos e prolonguem sua fuga? De tão intrigante, a questão virou tema de um estudo científico, publicado no Journal of Experimental Biology.

Utilizando câmeras ultra potentes, capazes de registrar 125 mil imagens por segundo, um grupo internacional de pesquisadores conseguiu chegar à resposta. Para captar o melhor ângulo, eles fotografaram 600 indivíduos da espécie Anopheles coluzzii, um dos vetores da malária. Além da sessão fotográfica, os cientistas produziram também 63 vídeos. 32 deles eram estrelados por mosquitos que tinham acabado de se alimentar de sangue e o restante por insetos que estavam em jejum. Todo esse material permitiu a eles identificar a maneira pouco usual de voar desses insetos — incrivelmente eficiente para escapar de saias justas como essa.

FONTE: superabril

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A mosca Drosophila melanogaster visitou o céu em 1947, dez anos antes de Laika entrar em órbita – em um míssil balístico V-2 alemão capturado pelos EUA

Tudo começou em 1910, em uma sala de 35 m² no 3º andar da Universidade Columbia, em Nova York. O cafofo – até grande para os padrões de uma quitinete, mas minúsculo para os de um laboratório – era ocupado pelo biólogo Thomas Hunt Morgan, seus alunos e… moscas. Muitas e muitas moscas da espécie Drosophila melanogaster, armazenadas em garrafas de leite. Bananas maduras, quase podres, eram usadas às dezenas para atrai-las e alimentá-las. Quem visitou o local, nessa época, não esquece o cheiro.

Insalubridade à parte, Morgan estava entusiasmado. Após analisar milhares de moscas no microscópio, havia encontrado algumas com traços genéticos bastante peculiares, como olhos brancos, em vez de vermelhos. Cruzando moscas mutantes e normais – de maneira similar ao que Mendel, o fundador das teorias da hereditariedade, fez com ervilhas em 1865 –, descobriu que os olhos brancos eram um traço recessivo, e os vermelhos, um dominante. Depois, em uma série de experimentos cheios de sacadinhas matemáticas geniais, concluiu que o gene para a cor dos olhos estava localizado nos cromossomos X e Y, que determinam o sexo. Assim, ficou comprovado que os cromossomos eram como um colar, em que cada miçanga é um gene.

Foi uma revolução. Após décadas esquecidas na gaveta, as teorias do monge austríaco finalmente estavam sendo resgatadas e expandidas. A genética virou ciência pra valer, e ganhou um mascote de asas. O tempo passou e hoje sabemos que a tal mosquinha é muito mais útil como cobaia do Morgan jamais sonhou. 60% do seu genoma é idêntico ao nosso. 75% dos genes que causam doenças no ser humano têm equivalentes perfeitos no inseto. 50% de suas proteínas têm análogos nos mamíferos. Sem ela, não entenderíamos tão bem câncer, diabetes e doenças como as de Parkinson, Alzheimer e Huntington. Seis prêmios Nobel de Medicina ou Fisiologia (2017, 2011, 2004, 1995, 1946 e 1936) foram para pesquisas com a Drosophila melanogaster.

FONTE: super.abril

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