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Simples: as malditas habitam os lugares onde jogamos tudo o que não presta para nós

É preconceito. O habitat de animais influencia no julgamento do ser humano, e, como as baratas vivem em locais como esgotos, ralos e lixos, onde se alimentam de detritos, elas não poderiam deixar de ser odiadas. Cupim e besouro, por exemplo, são insetos como esta criatura repugnante. Mas não temos medo deles. E ainda tem os fofinhos. “Algumas espécies de borboletas têm cores similares às das baratas, porém moram em árvores e em flores. Logo, nós as consideramos ‘graciosas’”, diz José Albertino Rafael, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Vale a mesma coisa para os ratos de esgoto e os hamsters. São roedores, mas um é odiado e o outro é bicho de estimação.

A psicologia dá outras explicações. Quando a memória registra um episódio ruim na infância, você não vai necessariamente se lembrar dele na fase adulta, mas um medo irracional pode permanecer. Esse pavor também pode vir de outros – por exemplo, de sua mãe subindo no sofá, gritando para o homem da casa se livrar do bichano.

Baratas…
… podem ter até 13 cm, como os baratões do gênero Blaberus, da Amazônia.

… vivem 5 meses.

… são divididas em 4 mil espécies espalhadas pelo mundo.

… botam ovos 8 vezes na vida, com 40 filhotes por vez.

… aguentam uma semana sem cabeça ou sem beber e até um mês sem comer.

… têm 300 milhões de anos.

FONTE: super.abril

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Depois das plantas geneticamente modificadas, a ciência dá o passo seguinte - e cria um animal transgênico. Será que isso é uma boa ideia?

Você nasce, cresce, chega à idade adulta. Em dado momento, sai por aí em busca da sua cara-metade – ou, colocando a questão menos romanticamente, atrás de alguém para satisfazer o impulso de fazer sexo (ah, os hormônios…). O problema, por assim dizer, é que você carrega um segredo dentro de si. Um segredo terrível, que vai destruir a sua própria espécie. Parece um conto bíblico, mas é real: é a história do OX513, um mosquito geneticamente modificado que foi criado pelo homem com a missão de extinguir o Aedes aegypti e acabar com a epidemia de dengue. Depois de criar versões transgênicas de plantas como o milho e a soja, agora a humanidade modifica o DNA de um bicho e se prepara para liberá-lo na natureza. Aqui mesmo no Brasil – onde fica a primeira fábrica de mosquitos transgênicos do mundo.

Mosquitos são criaturas terríveis. Estima-se que eles tenham sido responsáveis por metade de todas as mortes de seres humanos ao longo da história. Ou seja, mataram mais gente do que qualquer outra coisa. Isso acontece porque, como se multiplicam rápido e em enormes quantidades, são excelentes transmissores de doenças – como a dengue, que é causada por um vírus chamado DENV. O mosquito pica uma pessoa infectada, adquire o vírus, e o espalha para outras pessoas ao picá-las também. A dengue é uma doença séria, que pode matar, e um grande problema no Brasil: em 2013, o Ministério da Saúde registrou 1,4 milhão de casos, mais que o dobro do ano anterior. Tudo culpa do Aedes aegypti. Ele é um mosquito de origem africana, que chegou ao Brasil via navios negreiros, na época do comércio de escravos. E hoje, impulsionado pela globalização, levou a dengue a mais de cem países (na década de 1970, apenas nove tinham epidemias da doença). Os números mostram que, mesmo com todos os esforços de combate e campanhas de educação e prevenção, o mosquito está ganhando a guerra.

Entra em cena o OX513A, que foi criado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra. Ele é idêntico ao Aedes aegypti – exceto por dois genes modificados, colocados pelo homem. Um deles faz as larvas do mosquito brilharem sob uma luz especial (para que elas possam ser identificadas pelos cientistas). O outro é uma espécie de bomba-relógio, que mata os filhotes do mosquito. A ideia é que ele seja solto na natureza, se reproduza com as fêmeas de Aedes e tenha filhotes defeituosos – que morrem muito rápido, antes de chegar à idade adulta, e por isso não conseguem se reproduzir. Com o tempo, esse processo vai reduzindo a população da espécie, até extingui-la. Recentemente, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, um órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, aprovou o mosquito. E o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a permitir a produção em grande escala do OX513A – que agora só depende de uma última liberação da Anvisa. A Oxitec, empresa criada pela Universidade de Oxford para explorar a tecnologia, acredita que isso vai ocorrer. Tanto que acaba de inaugurar uma fábrica em Campinas para produzir o mosquito.

O OX513A já foi utilizado em testes na Malásia, nas Ilhas Cayman (no Caribe) e em duas cidades brasileiras: Jacobina e Juazeiro, ambas na Bahia. Deu certo. Em Juazeiro, a população de Aedes aegypti caiu 94% após alguns meses de `tratamento¿ com os mosquitos transgênicos. Em Jacobina, 92%. As outras formas de combate, como mutirões de limpeza, campanhas educativas e visitas de agentes de saúde, continuaram sendo realizadas. “Nós não paramos nenhuma ação de controle. Adicionamos mais uma técnica”, diz a bióloga Margareth Capurro, da USP, coordenadora técnica das experiências. Há indícios de que o mosquito transgênico funciona. Mas ele também tem seu lado polêmico.

VIDA ARTIFICIAL

Há quatro anos, quando os mosquitos da Oxitec chegaram à Malásia para uma das primeiras rodadas de teste, surgiu uma preocupação. Quando um organismo geneticamente modificado é introduzido na natureza, seja ele uma planta ou um animal, é complicado prever tudo o que pode acontecer – e muito difícil contê-lo se alguma coisa der errado. Em tese, os mosquitos transgênicos não têm como se espalhar. Três a quatro dias depois de serem soltos, e de fazer sexo com uma fêmea, eles simplesmente morrem. Seus filhotes não conseguem crescer, e também morrem. E a história acaba aí. Mas, e se o mosquito OX513A sofresse uma mutação, e se tornasse imune ao gene letal? Afinal, é assim que a evolução funciona. Mutações são inevitáveis. “Todas as espécies agem para burlar os fatores que tentam exterminá-las”, afirma o biólogo Carlos Andrade, da Unicamp. Se o inseto transgênico conseguisse vencer o gene letal, ele poderia se reproduzir livremente – e se tornaria incontrolável. Foi essa a preocupação do grupo ambientalista inglês EcoNexus, que enviou uma carta às autoridades da Malásia. “Os [insetos] transgênicos podem não ser completamente erradicados do ecossistema, com consequências perigosas.” A Oxitec diz que não há risco. Ela estima que até 5% dos filhotes transgênicos poderão sobreviver ao gene letal, e chegar à idade adulta. Mas eles serão menores e mais fracos do que os mosquitos “selvagens”, e por isso não conseguirão se reproduzir. Mesmo se conseguirem, em tese não terão nenhuma característica que os torne mais perigosos que o Aedes comum. Além disso, como eles são criados em laboratório, seu DNA pode ser monitorado. “Os dois genes [que foram] inseridos são muito estáveis. A linhagem OX513A foi criada em 2002, e até agora teve mais de cem gerações em laboratório, sem nenhuma mudança nos genes inseridos”, afirmou a empresa em nota enviada à SUPER.

GUERRA DOS SEXOS

Os mosquitos machos se alimentam de frutas, e por isso não picam. Quem pica é a fêmea, que precisa de sangue humano para nutrir seus ovinhos. É ela que transmite a dengue. Por isso, as fêmeas de OX513A são separadas no próprio laboratório. Algumas são mantidas em cativeiro, para reproduzir a espécie, e as demais são mortas (veja no infográfico). Apenas os machos, que não picam, são liberados na natureza.

O processo de separação não é perfeito. Até 0,2% dos mosquitos liberados são fêmeas, que podem picar seres humanos. Não é uma quantidade insignificante. A fábrica da Oxitec em Campinas tem capacidade para produzir 500 mil mosquitos machos por semana, podendo ser ampliada para 2 milhões. Isso significa que, devido à margem de erro, mil a 4 mil fêmeas seriam liberadas a cada semana. E elas poderiam transmitir dengue. A Oxitec questiona essa possibilidade. “Para transmitir dengue, a fêmea primeiro tem de pegar dengue”, diz Sofia Pinto, supervisora de produção dos mosquitos. O ciclo da dengue, em que o mosquito pega o vírus de uma pessoa e o transmite para outra, leva cerca de dez dias. Um estudo 1 revelou que em condições ideais, de laboratório, as fêmeas de OX513A podem alcançar 16 dias de vida. Mas, segundo a Oxitec, isso não ocorre na natureza – onde os insetos transgênicos não sobrevivem mais de quatro dias. Ou seja: em tese, as fêmeas liberadas acidentalmente não teriam tempo de espalhar a doença.

O impacto ambiental é outra questão relevante. Uma eventual extinção do Aedes aegypti não poderia acabar criando um desequilíbrio ecológico? “Não acredito que vamos ter efeitos negativos, porque esse mosquito é uma espécie invasora”, diz Glen Slade, diretor da Oxitec. O mosquito da dengue já chegou a ser erradicado no Brasil, na década de 1950, e só voltou nos anos 80 (vindo da Ásia). “Não existe animal que viva nos criadouros desse mosquito, como caixas d¿água e vasos de plantas. E animais como lagartixa, sapo, pássaro comem qualquer inseto que voe, não só esse mosquito”, explica Margareth Capurro, da USP. “Ele é uma praga. Não faz parte do ecossistema. É um mosquito que vive somente nas áreas urbanas, completamente associado ao homem”, completa. Ou seja, os predadores naturais do Aedes não vão passar fome. Mas existe, sim, uma possibilidade de desequilíbrio ambiental: o nicho ecológico do Aedes aegypti ser ocupado por outra espécie. Um possível candidato é o Aedes albopictus, que também transmite dengue. Tanto que a Comissão Nacional de Biossegurança condicionou a aprovação do mosquito transgênico a uma exigência: a Oxitec deverá monitorar a população de Aedes albopictus, para detectar com antecedência uma eventual proliferação dessa outra espécie.

Apesar de todos os poréns científicos, a crítica mais forte ao inseto transgênico está relacionada a algo trivial: a quantidade de mosquitos necessária. O OX513A é fisicamente mais fraco do que o mosquito natural, e por isso tem que ganhar em número. Para que a técnica dê certo, e o transgênico consiga acasalar com as fêmeas (para gerar descendentes inférteis e acabar com a espécie), é preciso liberar uma quantidade enorme dele: dez mosquitos transgênicos para cada mosquito selvagem. Na prática isso significa que, para tratar uma área bem pequena, com apenas 10 mil habitantes, seria preciso liberar 2 milhões de mosquitos por semana durante a fase inicial de tratamento, que dura de quatro a seis meses. Isso é alvo de críticas de alguns especialistas. “Liberar milhões de mosquitos numa área de alguns quarteirões urbanos é insano. É forçar para dar certo”, diz o biólogo Carlos Fernando Andrade, da Unicamp. “Para tratar 1 milhão de pessoas, 10 milhões de pessoas, precisaríamos criar muitas fábricas”, admite Glen Slade, da Oxitec. Ou seja: a quantidade necessária de mosquitos OX513A para erradicar a dengue, num país do tamanho do Brasil, pode acabar sendo inviavelmente grande. “Criar mosquito para depois matar mosquito não é nada inteligente. E, no caso de se usar transgênicos, é caro”, afirma Andrade. A Oxitec estima que, para tratar uma cidade pequena, de 50 mil pessoas, o custo fique entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões no primeiro ano (em seguida, R$ 1 milhão anual para manutenção). “Com boas práticas domésticas e do poder público, evitando água parada, não se cria o vetor [o Aedes aegypti]”, diz Andrade.

O OX513A pode acabar se mostrando uma solução sofisticada demais para um problema que pode ser atacado com medidas mais simples. Talvez a vacina contra o vírus da dengue (leia texto abaixo) acabe funcionando e torne desnecessário o uso de mosquitos transgênicos. Ou, quem sabe, o inseto geneticamente modificado venha a ser liberado em grande volume – e de fato consiga exterminar o Aedes aegypti. E a humanidade terá conseguido extinguir uma espécie usando outra espécie – que ela mesma criou.

* * *
E a vacina?
Seria muito mais fácil controlar a dengue com uma vacina. E ela pode estar perto de virar realidade. Num estudo 2 feito na Ásia, 10 mil crianças receberam uma vacina experimental, fabricada pelo laboratório francês Sanofi Pasteur. Entre elas, houve 56,5% menos casos de dengue. Ou seja: a vacina não é perfeita, mas parece fazer efeito. O problema é que só imuniza contra três dos quatro subtipos de vírus da dengue – e os cientistas ainda não sabem o porquê. Há outro estudo em curso, com 20 mil voluntários espalhados por Brasil, Colômbia, Honduras, México e Porto Rico.

FONTE: super.abril

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Elas estão moídas no seu chocolate, sobrevivem a até um mês sem cabeça e comem seres humanos vivos. A boa notícia: elas não resistiriam a um ataque nuclear

Casca dura
Para proteger o interior delicado, elas são revestidas por um casco duro de quitina. O formato achatado permite que elas suportem esmagamentos leves sem morrer.

Creme
A massa branca que sai quando você esmaga uma barata é gordura e protege os órgãos internos. Ela permite que o inseto fique dias sem comer.

Filhotes
A maioria das baratas guarda seus ovos em um recipiente chamado ooteca, que fica dentro do corpo. Algumas espécies seguram os filhotes dentro de si até estarem prontos para ir ao mundo; outras largam a ooteca em um lugar seguro para os ovos eclodirem sozinhos.

Antenada
Dotadas de pequenos pelinhos ultrassensíveis, as antenas das baratas captam odores e podem, dependendo da espécie, detectar a presença de água, álcool ou açúcar nas proximidades.

Fôlego
A barata respira por 20 aberturas laterais chamadas espiráculos, que levam o ar para o corpo todo. Assim, pode ficar horas sem oxigênio.

Radar
Esses espinhos no traseiro dão informações detalhadas sobre ameaças: percebem movimentos sutis do ar e captam informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade.

FONTE: super.abril

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O que mantém as baratas unidas é o cocô

A barata alemã (Blattella germanica) é uma espécie bem pequena, comumente encontrada em lugares úmidos e escondidos, como armários da cozinha e banheiro. Ela vive em conjunto com outras baratas: essa união facilita o processo de reprodução, evita predadores, previne a perda de água e regula a temperatura do corpo dos insetos. Agora, uma nova pesquisa realizada da Universidade da Carolina do Norte mostra que as colônias só se formam por causa do cocô das baratas, ou, mais especificamente, por substâncias que as bactérias intestinais produzem, e que acabam sendo liberadas nas fezes.

Para entender melhor como esses feromônios fecais funcionam, o time de pesquisadores identificou 40 componentes altamente atrativos, os ácidos carboxílicos volatéis, no cocô das baratinhas alemãs. Esses ácidos são os grandes reponsáveis por agregá-las. Foram analisadas as fezes de baratas “esterilizadas”, criadas em ambientes sem germes. Dessa maneira, elas não teriam bactérias intestinais. O resultado mostrou que 12 dos 40 componentes não estavam presentes, e 24 apareciam em níveis menores.

As fezes sem bactérias falharam ao promover a união entre as baratas. Depois de identificadas e isoladas, as bactérias das fezes normais foram introduzidas nas baratas esterilizadas. Assim, elas recuperaram o comportamento sociável, e voltaram a formar colônias. Isso significa que os micróbios intestinais contribuem para a formação dos ácidos, que, por sua vez, funcionam com agentes agregadores. Ou seja, se não fossem as bactérias, as baratas seriam bem mais solitárias.

FONTE: super.abril

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Sanitização de Ambientes é um processo de higienização e eliminação de agentes causadores de infecções, alergias, patógenos que causam bronquite, asma, renite dentre outros desconfortos provenientes de fungos ou mofos. ... Ao ser aplicada, cria uma camada protetora que age impedindo a proliferação de fungos e bactérias.

Mesmo após uma boa faxina, o ambiente ainda pode conter fungos, bactérias e ácaros. O problema se agrava em locais com grande circulação de pessoas. Por isso, você precisa recorrer aos serviços de sanitização, que eliminam microrganismos nocivos e previnem a proliferação de doenças. A seguir, saiba tudo sobre esse tipo de procedimento.

O que é a sanitização de ambientes?
Trata-se de um trabalho que combate agentes patogênicos como bactérias, ácaros e fungos. Artigos de limpeza comuns, como vassouras e detergentes, não são eficazes para eliminar essas ameaças invisíveis, então é preciso recorrer a equipamentos especiais.

Para que serve a sanitização de ambientes?
Em linhas gerais, para garantir benefícios à saúde das pessoas, proporcionando leveza e bem-estar aos recintos. O acúmulo de bactérias, vírus e outros microrganismos impede que se que viva uma rotina plenamente saudável. Logo, a sanitização ajuda a frear a disseminação de doenças respiratórias, como rinites e resfriados.

Ainda, esse procedimento contribui na conservação de alimentos e objetos. Sem mofo ou bactérias para deteriorar os materiais, mantém-se a vida útil dos produtos por mais tempo.

Como a sanitização é feita?
A substância sanitizante é aplicada por uma equipe de especialistas. A única exigência é o isolamento do local pelo período em que durar o serviço. Os profissionais usam aparelhos de alta tecnologia e equipamentos de proteção individual adequados.

A ação química do produto forma uma película protetora nas paredes do ambiente, que ficam protegidas contra a proliferação de microrganismos. O tempo de aplicação depende diretamente do tamanho do espaço a ser sanitizado.

Poucas horas após o procedimento, pessoas e animais já podem retornar à área. O produto sanitizante é livre de riscos, pois não é inflamável nem corrosivo.

Quais estabelecimentos devem recorrer ao procedimento?
Qualquer residência ou estabelecimento comercial pode recorrer à sanitização de ambientes. Recomenda-se esse trabalho, especialmente, para endereços com grande circulação de pessoas.
A combinação de umidade, suor e temperaturas mais altas é comum em salas fechadas. Essa é a receita ideal para que colônias de bactérias aumentem. Boates e academias, por exemplo, devem recorrer à sanitização periodicamente, como já comentamos neste blog.
No caso de fábricas, devido ao elevado número de colaboradores em atividade, há de se considerar o risco de contaminação da produção. Dependendo do segmento – caso da indústria alimentícia, entre outras –, pode haver consequências para a saúde pública.
Falando nisso, clínicas, consultórios e hospitais também merecem atenção especial. Os pacientes carregam vírus e bactérias da rua. Portanto, a qualidade da limpeza é a chave para a prevenção e o combate a infecções.
Por fim, ainda podemos citar a necessidade da sanitização em escritórios, lojas, hotéis, pousadas, motéis e até mesmo veículos de passageiros. Já em se tratando de propriedades na zona rural, o serviço é importante para preservar a saúde tanto de pessoas quanto de animais.

É preciso renovar o serviço?
Sim. Recomenda-se que o serviço de sanitização de ambientes seja realizado a cada três meses. Essa medida garante a máxima eficácia do produto sanitizante.

Existe outra maneira de purificar o ar?
Existe. Além da sanitização tradicional, você pode realizar a aplicação do ozonizador. O aparelho desinfeta o ar, eliminando mofo, ácaros, bactérias e uma série de outros microrganismos. O equipamento é portátil, tem baixíssimo consumo de energia e não possui contraindicação para pessoas alérgicas, já que não utiliza químicos. É uma alternativa para remover odores ruins do ambiente, como cheiro de cigarro.

O que mais pode ser feito pela limpeza do ambiente?
É importante assegurar a correta higienização de cortinas, sofás e camas. Aliás, o acúmulo de ácaros num travesseiro pode ser a razão para espirros, coceira e até falta de ar. Esses pequenos aracnídeos comprometem bastante a qualidade do sono de um hóspede.
Sendo assim, recomendamos a sanitização de estofados. O procedimento é feito com um aparelho projetado para a limpeza profunda de camas, colchões, tapetes, sofás, cadeiras, berços, travesseiros, almofadas, cortinas, lençóis e outros tipos de tecidos. A renovação do serviço deve ser feita a cada quatro meses.
Quer experimentar o serviço antes de decidir se vai comprar? Clique na imagem abaixo e agende sua demonstração gratuita de Sanitização de Colchão, Tapetes e Estofados.

Quem realiza a sanitização de ambientes?
A Insetcid Dedetizadora conta com equipes treinadas e capacitadas para realizar o procedimento. A empresa oferece os seguintes serviços: sanitização de ambientes; sanitização de colchões, tapetes e estofados.

FONTE: Insetcid Dedetizadora

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Um mosquito pode picar por cima da roupa? Não tipo jeans, mas roupa de academia. Acho que já rolou comigo…

Sim.

Os Anopheles, o Aedes taeniorhynchus e o Aedes scapularis perfuram até calça jeans, mas dificilmente te picaram, pois não são urbanos.

Os mosquitos, em geral, se guiam pelo calor, odor e CO² que emana da pele e buscam regiões mais expostas do corpo humano para picar. Se não encontram, podem perfurar tecidos e alcançar a pele em busca de vasos sanguíneos.

Espécies da cidade, como os Culex e Aedes (aegypti e albopictus), porém, não ameaçam sua roupa.

FONTE: superabril

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Quem diz que em boca fechada não entra mosquito não deveria abrir a boca.

Um levantamento apontou que cada americano ingere, em média, 140 mil fragmentos de insetos – visíveis ou não. Isso pode significar 900 gramas consumidos ao fim da vida.

O número brasileiro deve ser parecido, já que a Anvisa, que regula os processos da indústria de alimentos, adota parâmetros semelhantes aos da FDA, órgão equivalente nos EUA.

No Brasil, a quantidade máxima de fragmentos de insetos varia conforme o produto. Em 100 gramas de chocolate são permitidos até 10 fragmentos; no café, para cada 25 gramas, pode haver no máximo 60; e em uma xícara de farinha de trigo, até 180 pedacinhos.

FONTE: superabril

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Os insetos chupadores de sangue, que vivem em camas de hotel, são um problema mundial. E agora os cientistas sabem onde eles gostam de viajar: meias usadas

Em abril, uma incômoda coceira nas costas tirou a fleuma dos ingleses. “Número de percevejos de cama resistentes a produtos químicos triplica e atinge ‘níveis epidêmicos'”, afirmou o tabloide The Sun, na época.

Não foi só Londres que se entupiu dos insetinhos chupadores de sangue: praticamente todas as grandes cidades do mundo – isso inclui São Paulo e Rio de Janeiro – vêm assistindo a uma alta no número de Cimex lectularius desde 1995. Há inclusive um site norte-americano dedicado a listar os hotéis cujas camas estão infestadas pelo artrópode.

Especialistas em saúde pública concordam que o problema é em parte consequência da globalização. A circulação de turistas e estudantes entre países não para de aumentar desde o fim da Guerra Fria, e os bichinhos de 0,5 cm, que vivem de beber nosso sangue, adoram pegar uma carona com eles.

Essa história, até agora, só tinha um ponto sem nó: é muito improvável que você passe 10 horas em um avião sem perceber que há um monte de percevejos te almoçando. Qual é, então, o truque do lectularius para viajar pelo mundo?

FONTE: superabril

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A ciência explica como esses insetos conseguem escapar ilesos após sugarem nosso sangue. A chave para a fuga está na sua dinâmica de voo

O zumbido irritante é suficiente para nos deixar com o alerta ligado. Mas, na maioria das vezes, costuma ser tarde demais: o incômodo mosquito, bem antes de percebermos, já pousou na nossa pele e coletou parte de sua refeição sanguínea diária. Depois de ficar duas ou até três vezes mais pesado que no início da ceia, o inseto precisa só dar um jeito de zarpar de sua boca-livre. Sair sorrateiramente é essencial para evitar a possível represália — normalmente, um tapa certeiro que põe fim à sua carreira como chupador de sangue.

A destreza com que eles driblam essa vingança é o que mais impressiona. Nossa mão é dezenas de vezes maior que seu corpo, o que, pelo menos em teoria, nos permitiria detê-los facilmente. O que exatamente torna possível que eles voem entre nossos dedos e prolonguem sua fuga? De tão intrigante, a questão virou tema de um estudo científico, publicado no Journal of Experimental Biology.

Utilizando câmeras ultra potentes, capazes de registrar 125 mil imagens por segundo, um grupo internacional de pesquisadores conseguiu chegar à resposta. Para captar o melhor ângulo, eles fotografaram 600 indivíduos da espécie Anopheles coluzzii, um dos vetores da malária. Além da sessão fotográfica, os cientistas produziram também 63 vídeos. 32 deles eram estrelados por mosquitos que tinham acabado de se alimentar de sangue e o restante por insetos que estavam em jejum. Todo esse material permitiu a eles identificar a maneira pouco usual de voar desses insetos — incrivelmente eficiente para escapar de saias justas como essa.

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Moscas são bem mais nojentas do que se imaginava. E exemplares coletados aqui no Brasil indicaram que podem transmitir até um micro-organismo que causa gastrite.

Basta uma única mosquinha sobrevoando a mesa para ligar o sinal de alerta: quem está por perto corre para espantar o inseto, na tentativa de evitar seu contato com a comida a todo custo. Quando já é tarde demais, o jeito é reparar o estrago. Os mais precavidos tratam de descartar o pedaço em que o bicho pousou e isolar a área, para garantir que o visitante indesejado não volte a dar as caras durante a refeição.

Embora possa parecer para alguns, não se trata apenas de excesso de cuidado. Alimentos de fato podem ficar contaminados graças à breve visita de uma mosca, tudo por conta dos hábitos pouco higiênicos desses insetos. Durante seus voos, eles acabam se alimentando de tudo que é tipo de detrito. Restos como fezes, animais mortos e matéria orgânica em decomposição estão recheados de micróbios, que ficam grudados em suas asas e patas e podem se desprender na próxima aterrissagem.

Um estudo recente, publicado no jornal Scientific Reports, cravou que uma mosca doméstica, por exemplo, pode carregar até 351 bactérias diferentes. No caso da varejeira, também conhecida como mosca verde, são 316 tipos de microrganismos — alguns deles, inclusive, nocivos à saúde humana.

“Em geral, estas bactérias são oportunistas e potencialmente patogênicas, causando doenças do trato gastrointestinal, do trato urinário, úlceras estomacais, infecções cutâneas e respiratórias”, explicou Ana Carolina Martins Junqueira, professora de genética e genômica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em entrevista a SUPER. Coordenando uma equipe internacional de cientistas, ela analisou 116 exemplares dessas moscas, coletados em áreas urbanas do Brasil, EUA e Cingapura.

FONTE: super.abril

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O apocalipse zumbi está acontecendo debaixo do seu nariz e você nem sabia

Algumas pessoas têm medo de zumbis. Outras pessoas têm medo de insetos. Há, também, aqueles que têm medo de zumbis E de insetos. Se este é o seu caso, prepare-se para ter pesadelos por algumas noites: a bióloga Carolyn Elya descobriu, bem no quintal de sua casa, uma espécie de fungo zumbi que infecta moscas e as transforma em escravas.

Fungos parasitas são bem conhecidos no mundo dos insetos – e o modus operandi deles é simples: infectar o hospedeiro para, em seguida, controlar seu comportamento (e, com sorte, encontrar mais vítimas). As moscas atacadas por esse fungo específico – o Entomophthora muscae –, porém, são parceiras de longa data da ciência: comumente conhecida como mosca-da-fruta, a Drosophila melanogaster é um dos mais importantes organismos modelos da biologia; vê-las sendo tomadas como parasitas por um fungo possibilita mais estudos sobre a ação desses predadores zumbi e sobre como o corpo das vítimas reage.

Se você acha que Carolyn e os cientistas da Universidade de Berkeley só estão exprimindo um desejo sádico de observar moscas-zumbi, está enganado: segundo David Hughes, da Universidade Estadual da Pensilvânia, estudos sobre fungos zumbi podem ajudar na busca por tratamentos de doenças como o Alzheimer. “É incrível ter um modelo totalmente rastreável para estudo”, afirmou Hughes à New Scientist.

Metamorfose
Uma vez infectada pelo fungo, a mosca morre entre quatro e sete dias. O inseto se comporta normalmente até o último dia, quando para de voar. Com uma movimentação trêmula, a mosca se locomove até algum objeto vertical, quando para de andar e usa seu aparelho bucal para colar-se na superfície. Nos dez minutos seguintes, já zumbi, ela movimenta as asas violentamente até morrer, poucas horas depois.

Uma vez morta a mosca, o fungo começa a tomar controle do corpo e, no fim da infecção, o organismo se transforma inteiramente em uma colônia de fungos – que, cinco horas depois da morte, começa a lançar pequenos esporos para o ar.

Segundo Elya, o fungo invade o sistema nervoso do hospedeiro 48h depois do contato, atingindo diferentes regiões do cérebro para alterar o comportamento da vítima.

Nos resta torcer para que as moscas sejam o único alvo deste fungo do mal.

FONTE: superabril

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Se você estiver tomando uma perto de árvores antigas, certamente terá besouros de ambrosia rondando sua bebida

Aí você tá lá, sexta-feira, bebendo tranquilo no bar e, de repente, vê que um bichinho caiu no seu copo — os menos encanados podem nem ligar, mas com certeza tem gente que vai se irritar e pedir pra trocar de copo. Mas calma, isso é natural: os insetos podem estar apenas prezando pela própria sobrevivência, e um novo estudo publicado no Proceedings of the National Academy of SciencesPANS) explica o porquê.

Na verdade, vários insetos podem importunar seu copo de cerveja por diferentes razões. Mas um caso específico e curioso é o dos ambrosia beetle (besouros de ambrosia), que fazem parte de um grupo conhecido como besouros de casca — caracterizado pela capacidade de cultivar fungos em madeira, para servir de alimento. “Muitas vezes você pode encontrar esses besouros de dois milímetros em copos de cerveja, desde que o lugar [os arredores de onde você está] seja cercada por árvores antigas”, disse Peter Biedermann, da Universidade de Wuerzburg, na Alemanha, um dos pesquisadores envolvidos.

Essas árvores antigas são importantes: os estudiosos sabiam que árvores que produzem etanol quando enfraquecidas são justamente os lugares preferidos dos besouros de ambrosia — é onde se encontra grandes colônias desse inseto. Mas, até agora, ainda não se sabia a razão dessa preferência, e o estudo — que incluiu também cientistas da Universidade Técnica de Munich, na Alemanha, e da Universidade do Estado Ohio, nos EUA — descobriu: a atividade de enzimas que degradam o álcool é vantajosa para o desenvolvimento dos fungos, que ficam com uma biomassa maior quando criados em madeira que contenha essa substancia. E detalhe, o álcool é tóxico para outros microrganismos predadores. Ou seja: proteção e alimentação, o lugar perfeito. Os besouros de ambrosia e suas larvas se alimentam dos fungos cultivados a uma concentração de álcool de cerca de 2%.

Para os bichinhos, mais fungos significa mais comida, e mais comida significa mais descendentes. Por isso eles continuarão, sem querer, a invadir seu copo de cerveja.

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O ditado "ruim com ela, pior sem ela" é a melhor definição para o caso

Imagine a situação: uma formiga invade a casa de formigas de outra espécie e devora tanto a comida como as larvas delas. E as hospedeiras ainda se curvam diante da parasita. Deu a louca no formigueiro? Pois é exatamente o que acontece na relação entre as Megalomyrmex symmetochus (parasitas) e as Sericomyrmex amabilis (hospedeiras). Pesquisadores finalmente descobriram o porquê dessa situação aparentemente masoquista.

Segundo um estudo da Universidade de Ohio, nos EUA – publicado na revista Animal Behaviour –, essa relação é uma troca útil para os dois lados: as invasoras têm um veneno poderoso contra outras espécies ainda mais ameaçadora para as oprimidas. “É um cenário em que o inimigo do seu inimigo é seu amigo”, disse Rachelle Adams, bióloga que chefiou o estudo.

No início da pesquisa, Adams e seus colegas supunham algumas explicações baseadas em comportamentos naturais: poderia ser que as parasitas tivessem cheiro parecido com o das hospedeiras, passando despercebidas; ou mesmo que elas fossem intrusas que não emitem odores. Mas nenhuma das hipóteses estava correta: na realidade, as formigas parasitas só ganham livre acesso porque protegem o formigueiro em caso de invasão de uma terceira espécie. No vídeo a seguir podemos observar melhor que acontece:


FONTE: super.abril

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Depende bastante da espécie da formiga. Umas constroem sua casa acima do solo. Outras, abaixo. Já a formiga-carpinteira faz seu ninho em árvores ou em qualquer madeira disponível, tal qual os cupins.

Nesse mundo de mais de 13 mil espécies, há até as que estão mais para a cigarra boa-vida do que para a formiga da fábula: nem se dão o trabalho de erguer um formigueiro.

Em geral, a toca tem várias galerias, usadas para estoque ou transporte de detritos, por exemplo. As formigas traçam os caminhos por meio de feromônios, substância que permite que os insetos se comuniquem. Assim, nenhuma cava um túnel que não dê em lugar algum.

A disposição desses locais varia de acordo com a espécie, a dieta, o número de habitantes e o lugar onde o formigueiro é construído – quanto mais espaço, mais câmaras e túneis. No Brasil, é nas épocas úmidas e quentes que esses insetos costumam construir suas casas. Uma colônia pode viver por até 15 anos, que é a expectativa de vida da formiga-líder. Quer dizer, isso se um passarinho ou tamanduá não acabar com a graça antes da hora.

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A mosca Drosophila melanogaster visitou o céu em 1947, dez anos antes de Laika entrar em órbita – em um míssil balístico V-2 alemão capturado pelos EUA

Tudo começou em 1910, em uma sala de 35 m² no 3º andar da Universidade Columbia, em Nova York. O cafofo – até grande para os padrões de uma quitinete, mas minúsculo para os de um laboratório – era ocupado pelo biólogo Thomas Hunt Morgan, seus alunos e… moscas. Muitas e muitas moscas da espécie Drosophila melanogaster, armazenadas em garrafas de leite. Bananas maduras, quase podres, eram usadas às dezenas para atrai-las e alimentá-las. Quem visitou o local, nessa época, não esquece o cheiro.

Insalubridade à parte, Morgan estava entusiasmado. Após analisar milhares de moscas no microscópio, havia encontrado algumas com traços genéticos bastante peculiares, como olhos brancos, em vez de vermelhos. Cruzando moscas mutantes e normais – de maneira similar ao que Mendel, o fundador das teorias da hereditariedade, fez com ervilhas em 1865 –, descobriu que os olhos brancos eram um traço recessivo, e os vermelhos, um dominante. Depois, em uma série de experimentos cheios de sacadinhas matemáticas geniais, concluiu que o gene para a cor dos olhos estava localizado nos cromossomos X e Y, que determinam o sexo. Assim, ficou comprovado que os cromossomos eram como um colar, em que cada miçanga é um gene.

Foi uma revolução. Após décadas esquecidas na gaveta, as teorias do monge austríaco finalmente estavam sendo resgatadas e expandidas. A genética virou ciência pra valer, e ganhou um mascote de asas. O tempo passou e hoje sabemos que a tal mosquinha é muito mais útil como cobaia do Morgan jamais sonhou. 60% do seu genoma é idêntico ao nosso. 75% dos genes que causam doenças no ser humano têm equivalentes perfeitos no inseto. 50% de suas proteínas têm análogos nos mamíferos. Sem ela, não entenderíamos tão bem câncer, diabetes e doenças como as de Parkinson, Alzheimer e Huntington. Seis prêmios Nobel de Medicina ou Fisiologia (2017, 2011, 2004, 1995, 1946 e 1936) foram para pesquisas com a Drosophila melanogaster.

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Dados e informações curiosas sobre insetos, bibliografia, dados interessantes sobre baratas, cupins, borboletas, besouros

Curiosidades sobre insetos:

- O maior besouro do mundo é o cerambicídeo-gigante (titanus giganteus). Ele vive nas florestas tropicais da região norte da América do Sul. Um inseto adulto desta espécie mede entre 17 e 20 cm.

- A maior borboleta do mundo é a borboleta-asa-de-pássaro-rainha Alexandra (Ornithoptera alexandrae). Ela é encontrada nas florestas da Papua-Nova Guiné. A envergadura de uma fêmea desta espécie pode chegar a 30 cm. Seu peso fica entre 10 e 12 gramas.

- Os predadores não gostam muito das borboletas-monarcas, pois elas possuem um sabor fortemente amargo.

- Um dos insetos mais antigos do nosso planeta é a barata. De acordo com entomólogos (cientistas que estudam os insetos), elas existem a cerca de 300 milhões de anos.

- As baratas são extremamente resistentes. Conseguem sobreviver até 40 dias sem comer e 15 dias sem ingerir água.

- A libélula, também conhecida como lavadeira, é um dos insetos mais rápidos do mundo. Seu voo pode chegar aos impressionantes 85 quilômetros por hora.

- Instantes antes de voar, os insetos tremem o corpo. É um recurso usado para elevar a temperatura corporal, pois o sangue dos insetos é frio.

- Para produzir 1 Kg de mel são necessárias cerca de mil abelhas. E elas só vão conseguir atingir esta produção trabalhando durante toda a vida.

- Os cupins são excelentes construtores. Um cupinzeiro por pode chegar a oito metros de altura. Estas gigantes casas são feitas com madeira mastigada, barro e fezes de animais.

- A fêmea-rainha de um cupinzeiro bota, em média, sessenta mil ovos por dia.

- O grilo é o inseto campeão em salto. Ele pode saltar uma altura cerca de 500 vezes seu tamanho.

- O piolho (ftiráptero) é outro inseto muito bom em saltos. Ele pode pular uma altura de 50 centímetros. O suficiente para passar da cabeça de uma pessoa para outra.

- No Antigo Egito, os escaravelhos (insetos coprófagos) eram considerados animais sagrados. Eles eram associados a vida após a morte.

- A fêmea do inseto tesourinha (forficula auricularia) é muito cuidadosa com os ovos que bota. A grande maioria das fêmeas de insetos botam ovos e logo em seguida os abandona. A mãe tesourinha fica cuidando dos ovos, rolando-os de um lado para o outro. Faz isso para os ovos não criarem bolor. Quando eles nascem, a cuidadosa mamãe ainda leva alimento para os recém-nascidos.

- O vaga-lume, também conhecido como pirilampo, produz uma luz florescente graças a uma substância conhecida como luciferina.

FONTE: todabiologia.

O quanto as baratas podem lhe trazer doenças e o que você pode fazer para acabar com isso.
Apenas pensar em qualquer tipo de infestação que você tenha em sua casa pode fazer com que seu estômago fique embrulhado. Cupins, formigas, ratos de todos os tamanhos e formas, podem causar diversos tipos de problema, afetando a integridade do seu lar e até mesmo diretamente a sua saúde. A infestação de baratas podem causar sérios problemas em construções, residências e até estabelecimentos comerciais. 

O que são baratas? 
Todo mundo conhece barata, aquele inseto pavoroso com pernas e antenas alongadas, que podem ter diferentes tamanhos, formas e cores.  Estima-se a existência de 30 espécies de baratas, sendo que 4 delas são consideradas como pestes.
Baratas são insetos “coletores”, o que significa que elas procuram por comida, não importa onde, e as carregam. Se elas não encontram comida, elas procuram até encontrar, e infelizmente, eventualmente irão chegar até sua residência.

Melhor ambiente para proliferação. 
Baratas adoram ambientes fechados, escuros e com umidades. Ambientes quentes que ultrapassem 21°c é o lugar perfeito para que elas criem o ninho e se reproduzam. Baratas não são adeptas a luz e por esse motivo se espalham ou fogem quando há alguma incidência.
Se elas descobrem que podem encontrar um local com fácil acesso a qualquer tipo de alimento, é ali que se instalam. Baratas são mais adeptas a proximidades de lixos ou lixeiras, que são onde as sobras de comida recebem seu destino. 

Como as baratas podem causar alergias.
Não importa onde as baratas vão, em qualquer lugar que tenha algum tipo de infestação, elas acabam deixando para trás rastros como saliva, fezes e até mesmo parte de seus corpos. As partes que são deixadas para trás pelas baratas, podem ser considerados como ácaros, e nessas partes contém uma espécie de proteína que podem causar alergias ou até mesmo desencadear sintomas de asma. 
Além dessa proteína que naturalmente as baratas carregam, foram feitos estudos de outra patogenicidades em seu corpo. A quantidade de doenças que as baratas podem carregar é assustadora. Salmonela, que pode causar tifoide, é uma das doenças que podem ser encontradas. Elas também estão sucintas a causar disenteria, uma espécie de doença que gera uma severa diarreia, podendo ocorrer o sangramento. 

Como se livrar das baratas?
Todos, provavelmente já ouviram a lenda que baratas podem sobreviver a qualquer situação, até mesmo um apocalipse. As baratas realmente podem ser difíceis de exterminar, mas com toda a certeza não são invencíveis. 
Caso note algum tipo de infestação ou mesmo queira apenas se prevenir contra essas pragas, o melhor a se fazer é chamar uma empresa especializada em dedetização, com equipe treinada e especializada para resolver o seu problema. Nunca é tarde demais para resolver seu problema. 

Insetcid Dedetizadora
A Insetcid Dedetizadora conta com os melhores produtos do mercado. 
Aplicação em gel não tóxico e sem cheiro e líquido com auxílio de bomba de baixa pressão, induzindo as baratas a se desalojarem e serem eliminadas por contato, canibalismo de carcaças ou pela ingestão de fezes de baratas contaminadas, gerando a morte em cadeia.
Somos a única empresa de dedetização que você precisa entrar em contato.

Autor: Filipe Robert

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