Artigos por "formigas"

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Simples: as malditas habitam os lugares onde jogamos tudo o que não presta para nós

É preconceito. O habitat de animais influencia no julgamento do ser humano, e, como as baratas vivem em locais como esgotos, ralos e lixos, onde se alimentam de detritos, elas não poderiam deixar de ser odiadas. Cupim e besouro, por exemplo, são insetos como esta criatura repugnante. Mas não temos medo deles. E ainda tem os fofinhos. “Algumas espécies de borboletas têm cores similares às das baratas, porém moram em árvores e em flores. Logo, nós as consideramos ‘graciosas’”, diz José Albertino Rafael, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Vale a mesma coisa para os ratos de esgoto e os hamsters. São roedores, mas um é odiado e o outro é bicho de estimação.

A psicologia dá outras explicações. Quando a memória registra um episódio ruim na infância, você não vai necessariamente se lembrar dele na fase adulta, mas um medo irracional pode permanecer. Esse pavor também pode vir de outros – por exemplo, de sua mãe subindo no sofá, gritando para o homem da casa se livrar do bichano.

Baratas…
… podem ter até 13 cm, como os baratões do gênero Blaberus, da Amazônia.

… vivem 5 meses.

… são divididas em 4 mil espécies espalhadas pelo mundo.

… botam ovos 8 vezes na vida, com 40 filhotes por vez.

… aguentam uma semana sem cabeça ou sem beber e até um mês sem comer.

… têm 300 milhões de anos.

FONTE: super.abril

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O ditado "ruim com ela, pior sem ela" é a melhor definição para o caso

Imagine a situação: uma formiga invade a casa de formigas de outra espécie e devora tanto a comida como as larvas delas. E as hospedeiras ainda se curvam diante da parasita. Deu a louca no formigueiro? Pois é exatamente o que acontece na relação entre as Megalomyrmex symmetochus (parasitas) e as Sericomyrmex amabilis (hospedeiras). Pesquisadores finalmente descobriram o porquê dessa situação aparentemente masoquista.

Segundo um estudo da Universidade de Ohio, nos EUA – publicado na revista Animal Behaviour –, essa relação é uma troca útil para os dois lados: as invasoras têm um veneno poderoso contra outras espécies ainda mais ameaçadora para as oprimidas. “É um cenário em que o inimigo do seu inimigo é seu amigo”, disse Rachelle Adams, bióloga que chefiou o estudo.

No início da pesquisa, Adams e seus colegas supunham algumas explicações baseadas em comportamentos naturais: poderia ser que as parasitas tivessem cheiro parecido com o das hospedeiras, passando despercebidas; ou mesmo que elas fossem intrusas que não emitem odores. Mas nenhuma das hipóteses estava correta: na realidade, as formigas parasitas só ganham livre acesso porque protegem o formigueiro em caso de invasão de uma terceira espécie. No vídeo a seguir podemos observar melhor que acontece:


FONTE: super.abril

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E as formigas e moscas tampouco são inocentes –carregam 13 e 72 milhões de micro-organismos nocivos, respectivamente

Não, você não leu errado. Aquele nojinho que sentimos quando esses insetos invadem nossas casas tem fundamento – eles são capazes de transportar milhões de fungos e bactérias em seus corpos e acabam disseminando esses microrganismos perigosos por onde passam.

O alerta vem de um estudo brasileiro conduzido por pesquisadoras da Universidade Metrocampo/Wyden, em Campinas (SP), que decidiram investigar se esses bichinhos realmente são nocivos à saúde e se eles serviriam de “meios de transporte” para agentes causadores de doenças.

Para obter essas respostas, a bióloga e professora da Metrocamp Rosana Siqueira e a aluna Rayanne Koeler saíram às ruas para, literalmente, caçar baratas, moscas e formigas. “Tivemos que coletá-las vivas, o que dificultou o trabalho, principalmente no caso das baratas”, relata Rosana à SUPER. Essas danadas têm hábitos noturnos e não frequentam qualquer lugar – preferem áreas escuras e sem pessoas (a rejeição é recíproca, cucarachas!).

No total, foram “sequestrados” 40 bichos. No laboratório, eles tomaram um banho com uma solução salina que os esterilizou das antenas às patinhas. “Depois, colocamos essa água em meios de cultura para identificar os microrganismos que eles estavam transportando”, conta a cientista.

Os números são assustadores: em uma única barata as pesquisadoras chegaram a encontrar 250 milhões de fungos e bactérias, nas moscas foram identificados 72 milhões de representantes desses agentes infecciosos e, nas formigas, 13 milhões. Na lista estão bactérias como Salmonella, Escherichia coli e Shigella, que causam encrencas como dor de barriga, diarreia, vômito e febre; e fungos como Candida albicans, que provoca candidíase, e Rhodotorula, associado a micoses e até meningite.

FONTE: super.abril

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Depende bastante da espécie da formiga. Umas constroem sua casa acima do solo. Outras, abaixo. Já a formiga-carpinteira faz seu ninho em árvores ou em qualquer madeira disponível, tal qual os cupins.

Nesse mundo de mais de 13 mil espécies, há até as que estão mais para a cigarra boa-vida do que para a formiga da fábula: nem se dão o trabalho de erguer um formigueiro.

Em geral, a toca tem várias galerias, usadas para estoque ou transporte de detritos, por exemplo. As formigas traçam os caminhos por meio de feromônios, substância que permite que os insetos se comuniquem. Assim, nenhuma cava um túnel que não dê em lugar algum.

A disposição desses locais varia de acordo com a espécie, a dieta, o número de habitantes e o lugar onde o formigueiro é construído – quanto mais espaço, mais câmaras e túneis. No Brasil, é nas épocas úmidas e quentes que esses insetos costumam construir suas casas. Uma colônia pode viver por até 15 anos, que é a expectativa de vida da formiga-líder. Quer dizer, isso se um passarinho ou tamanduá não acabar com a graça antes da hora.

FONTE: super.abril

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