Artigos por "infestação"

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Ah, o verão: época de pegar estrada, abrir a casa da praia e… fazer faxina. Antes de curtir o mar, é preciso arejar os cômodos e tirar o pó dos móveis, certo? Ocorre que, durante os meses em que a residência ficou fechada, o estrago pode ter ido além da sujeira. A alta incidência de cupins no litoral costuma causar prejuízos.

Como atuam os cupins no litoral

A atividade dos insetos diminui no inverno. Ainda assim, eles ficam alojados nos esconderijos mais inusitados: batentes de porta, rodapés, forros de telhado, estrados de camas e móveis diversos. Tão logo o clima volta a esquentar, a colônia segue devorando a madeira.

É a partir da primavera que acontece o acasalamento dos cupins. Os reprodutores, conhecidos como siriris e aleluias, saem em revoada à procura de parceiros para a cópula. Quando um casal se forma, o par vai atrás de um local diferente para instalar o ninho.

O novo endereço dos cupins de madeira seca pode ser, justamente, sua casa de praia. Mesmo que ela tenha ficado trancada esse tempo todo, basta uma fresta na janela para que os bichinhos alados invadam o ambiente.

Outro agravante é a umidade. Lugares fechados, escuros e sem ventilação favorecem a proliferação de mofo – que resulta naquele odor característico presente em muitas residências litorâneas.

Porém, áreas úmidas também concentram os cupins de solo, uma espécie ainda mais destrutiva. Eles chegam a arrebentar o concreto das paredes para encontrar comida. Como os grupos se reproduzem rapidamente, o grau de infestação pode comprometer estruturas inteiras. Imagine os danos materiais!

Controle de pragas evita prejuízos com cupins

Estamos na época certa para o controle de cupins no litoral. Recorrendo ao procedimento agora, você poderá aproveitar as férias sem se preocupar com os seres indesejados.

O serviço profissional de descupinização tem ação curativa. A equipe inspeciona a residência inteira à procura dos esconderijos dos animais. Em seguida, aplica substâncias de uso restrito, capazes de conter o avanço da praga (repelentes de supermercado são ineficazes).

Vale lembrar que os trabalhadores utilizam equipamentos de proteção individual e seguem manuais de boas práticas. Assim, não há risco à saúde dos veranistas.

Ainda, o controle de cupins e brocas serve como mecanismo de prevenção. Os produtos utilizados criam uma barreira protetora, mantendo os insetos afastados de sua casa de praia por até um ano. Ainda bem, pois eles são mais úteis na natureza.

FONTE: Insetcid

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Segundo cientistas, entender como funciona o mecanismo de dor nos roedores pode servir à criação de analgésicos mais potentes.

Wasabi, mostarda escura e rabanete cru são ingredientes que estão longe de serem consensos culinários. Afinal, precisam ser usados de forma sutil para proporcionar uma experiência agradável: basta exagerar um pouquinho na dose para provocar uma careta – acompanhada de uma sensação de picância que faz o olho lacrimejar e a boca adormecer. Isso acontece devido à ação do isotiocianato de alila, composto químico encontrado nesses alimentos e responsável pela ardência.

Não são apenas os humanos que sentem desconforto ao exagerar na quantidade de raiz forte. Estudos científicos provaram que isso vale também para aranhas, moscas e ratos de laboratório. Uma espécie, porém, faz inveja a esse grupo. Trata-se do rato toupeira-highveld, roedor nativo da África do Sul para quem o isotiocianato de alila não provoca efeito algum.

Você, leitor da SUPER, talvez se lembre da aura de bizarrice que envolve a espécie dos ratos-toupeira pelados (Cryptomys hottentotus pretoriae) – os primos carecas (e mais feiosos) dos highveld, que você pode ver abaixo.

Capazes de usar frutose, uma reserva de energia característica das plantas, os toupeira-pelados podem viver até 18 minutos sem ar. Além disso, estudos anteriores comprovaram sua estranha habilidade de nunca contrair câncer e serem imunes à dor causada por ácidos.

Graças ao trabalho de um grupo internacional de pesquisadores, publicado recentemente na revista Science, é possível adicionar mais um item à lista de super poderes à família dos ratos-toupeira.

FONTE: super.abril

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Simples: as malditas habitam os lugares onde jogamos tudo o que não presta para nós

É preconceito. O habitat de animais influencia no julgamento do ser humano, e, como as baratas vivem em locais como esgotos, ralos e lixos, onde se alimentam de detritos, elas não poderiam deixar de ser odiadas. Cupim e besouro, por exemplo, são insetos como esta criatura repugnante. Mas não temos medo deles. E ainda tem os fofinhos. “Algumas espécies de borboletas têm cores similares às das baratas, porém moram em árvores e em flores. Logo, nós as consideramos ‘graciosas’”, diz José Albertino Rafael, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Vale a mesma coisa para os ratos de esgoto e os hamsters. São roedores, mas um é odiado e o outro é bicho de estimação.

A psicologia dá outras explicações. Quando a memória registra um episódio ruim na infância, você não vai necessariamente se lembrar dele na fase adulta, mas um medo irracional pode permanecer. Esse pavor também pode vir de outros – por exemplo, de sua mãe subindo no sofá, gritando para o homem da casa se livrar do bichano.

Baratas…
… podem ter até 13 cm, como os baratões do gênero Blaberus, da Amazônia.

… vivem 5 meses.

… são divididas em 4 mil espécies espalhadas pelo mundo.

… botam ovos 8 vezes na vida, com 40 filhotes por vez.

… aguentam uma semana sem cabeça ou sem beber e até um mês sem comer.

… têm 300 milhões de anos.

FONTE: super.abril

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Os insetos chupadores de sangue, que vivem em camas de hotel, são um problema mundial. E agora os cientistas sabem onde eles gostam de viajar: meias usadas

Em abril, uma incômoda coceira nas costas tirou a fleuma dos ingleses. “Número de percevejos de cama resistentes a produtos químicos triplica e atinge ‘níveis epidêmicos'”, afirmou o tabloide The Sun, na época.

Não foi só Londres que se entupiu dos insetinhos chupadores de sangue: praticamente todas as grandes cidades do mundo – isso inclui São Paulo e Rio de Janeiro – vêm assistindo a uma alta no número de Cimex lectularius desde 1995. Há inclusive um site norte-americano dedicado a listar os hotéis cujas camas estão infestadas pelo artrópode.

Especialistas em saúde pública concordam que o problema é em parte consequência da globalização. A circulação de turistas e estudantes entre países não para de aumentar desde o fim da Guerra Fria, e os bichinhos de 0,5 cm, que vivem de beber nosso sangue, adoram pegar uma carona com eles.

Essa história, até agora, só tinha um ponto sem nó: é muito improvável que você passe 10 horas em um avião sem perceber que há um monte de percevejos te almoçando. Qual é, então, o truque do lectularius para viajar pelo mundo?

FONTE: superabril

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