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Seguindo o planejamento que envolve várias ações para o combate e controle do novo coronavírus (Covid-19), a Prefeitura de Porto Velho continua trabalhando na programação de sanitização de diferentes espaços de uso coletivo, ação coordenada pela Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb).

O cronograma que diariamente atende unidades de saúde e mercados municipais, inclui ainda secretarias que contam com um público maior de colaboradores, mesmo com o revezamento de servidores adotado para evitar aglomerações, a exemplo da Secretaria Municipal de Administração (Semad), que a pedido do secretário Alexey da Cunha Oliveira, foi desinfectada no último dia 19 e também do prédio do Relógio, onde atualmente funciona o gabinete do prefeito, Hildon Chaves, sanitizado na quarta-feira (20).

Para atender a programação diária e também semanal de praças e feiras livres são cinco equipes compostas por quatro pessoas que fazem o serviço de atomização, que seria a dispersão do produto “quaternário de amônia” de forma tipo nebulização, além de dois caminhões hidrojatos que atuam em ambientes maiores como pátios, praças e feiras livres.

Você começou a notar que a água de sua residência está com um aspecto diferente, seja no gosto ou no cheiro? Talvez seja o momento de realizar uma limpeza em sua caixa d’água.

Afinal, tão importante quanto beber água é deixá-la sempre saudável para o consumo. E para manter sempre em condições ideais a sua “fonte de vida”, uma coisa é imprescindível: o seu reservatório deve estar sempre limpo.

A limpeza de caixa d’agua deve ser feita a cada seis meses, não importando se ela é feita de fibrocimento, concreto, fibra de vidro ou plástico. O objetivo é a destruição de microrganismos nocivos à saúde, evitando infecções e doenças.

O volume ideal para cada residência
1 a 4 moradores – 500 litros
5 a 6 moradores – 750 litros
7 a 10 moradores – 1.000 litros

A limpeza da caixa d’água é o procedimento que deixará o líquido livre de qualquer tipo de contaminação, inclusive das larvas do mosquito transmissor da dengue.

A limpeza da caixa de água
A Hoffmann empresa realiza esse tipo de limpeza. Saiba como funciona:

Nas operações de limpeza de caixas d’água e de higienização de reservatórios de água são aplicados produtos que agem na remoção instantânea dos depósitos (ferrugem, manganês e carbonatos).

Todo o procedimento é a favor do meio ambiente: os produtos são biodegradáveis e, por isso, não geram compostos pós-desinfecção.

Não é o ideal, mas se, porventura, você decidir arriscar-se a limpar por conta própria em vez de contar com a garantia de um serviço profissional, siga essas dicas abaixo.

1- Utilize pano e esponja macia para limpar o fundo e as paredes internas do reservatório.
2- Se for necessário, utilize pá plástica e escova de cerdas de fibra vegetal, ou cerdas plásticas macias, para retirar excessos de sujeira/resíduos do reservatório.
3- IMPORTANTE: nunca utilize escova de cerdas metálicas, detergentes e qualquer tipo de sabão, no procedimento de limpeza da caixa d´água.

FONTE: G1

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A qualidade da água deve ser uma preocupação constante das empresas alimentícias. Mais que um agente de limpeza, ela também é um ingrediente básico na composição e no preparo de refeições. Dos produtos industrializados à comida fresca, é difícil encontrar alguma receita que não dependa, direta ou indiretamente, do líquido.

Medidas para garantir a qualidade da água
O Ministério da Saúde, por meio da Portaria 2914/2011, exige que a água utilizada no preparo de alimentos seja considerada potável. O próprio documento define critérios físico-químicos e microbiológicos que delimitam essa categoria.

Cabe aos órgãos públicos fiscalizar irregularidades e garantir que o abastecimento à população ocorra da maneira correta. Aos proprietários de restaurantes ou indústrias do ramo, compete zelar pelo seu patrimônio, denunciando às entidades quaisquer suspeitas de alteração.

Recentemente, Porto Alegre registrou casos de mau cheiro e gosto ruim na água captada do Guaíba. Segundo técnicos do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), tratava-se de efeito da proliferação de cianobactérias junto à foz do rio Gravataí. Apesar do aspecto duvidoso, não se confirmou risco à saúde pública.

Ainda assim, melhor pecar pelo excesso que pela falta de cuidados. Sabor acentuado, odor estranho ou mesmo coloração atípica são os sinais mais óbvios de que pode haver algo errado. Contudo, há casos graves que não se manifestam de maneira tão clara.

Higienização de reservatórios controla agentes patógenos
A captação deve ocorrer em fontes seguras, devidamente testadas pelas autoridades. Uma elevada concentração de minerais, por exemplo, pode alterar a chamada dureza da água. No longo prazo, isso provoca avarias em equipamentos e utensílios de cozinha, além de prejudicar a ação de detergentes. Resumindo: prejuízo ao negócio.

A água imprópria para consumo também compromete as características nutricionais da comida. Em situações mais problemáticas, há, ainda, o risco de intoxicação alimentar, devido a protozoários e bactérias como as dos grupos Salmonella e E. Coli. Esses micro-organismos são responsáveis por gastroenterites, febre tifoide e outros males.

Os agentes patógenos se proliferam em reservatórios que não recebem a higienização adequada. Vale lembrar que pombos, ratos, baratas e mosquitos podem transitar por esses recipientes.

Portanto, recomenda-se a manutenção da caixa d’água, conforme a resolução RDC nº 216, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O texto determina que o espaço esteja livre de rachaduras, infiltrações e vazamentos, sendo usado material adequado para o revestimento. Já a limpeza deve ocorrer, no máximo, a cada seis meses.

Para certificar-se da eficácia do procedimento, é importante contar com o auxílio de uma equipe especializada. Os profissionais realizam a desinfecção bacteriológica com substâncias específicas, antes de repor a água potável. Isso mantem sua empresa livre de ameaças.

FONTE: G1

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Cupins são uma ameaça à construção civil. Os danos em decorrência de uma infestação podem causar prejuízos antes mesmo de a edificação ficar pronta.

Estimativa da Associação Nacional de Controle de Pragas dos Estados Unidos aponta que US$ 5 bilhões sejam perdidos, anualmente, em função de avarias nas propriedades daquele país. O Brasil não registra dados oficiais, mas é provável que enfrente uma realidade semelhante. Afinal, a própria estrutura dos imóveis favorece a instalação de insetos.

Cupins de solo: uma ameaça exótica
O cupim de solo da espécie Coptotermes gestroi é originário da Ásia. Provavelmente, chegou por aqui em navios, atracando nos portos do Rio de Janeiro e de Santos entre as décadas de 1920 e 1930. Como encontrou condições favoráveis, e não havia predadores naturais, espalhou-se pelas zonas urbanas do país.

Os ninhos se desenvolvem no subterrâneo. O animal precisa de um local protegido e úmido para aumentar a colônia. É por isso que canteiros de obras se tornam ambientes tão propícios para essas criaturas.

Os cupins aproveitam qualquer brecha para ir em busca do alimento. Chegam a corroer paredes e até fiações elétricas para atingir seu objetivo. Por isso, podem ser encontrados no forro das casas e nos chamados caixões perdidos – peças de madeira instaladas em lajes de concreto.

Dependendo da gravidade da infestação, um prédio inteiro pode ficar comprometido. Por isso, em vez de arcar com os custos do conserto, é preciso adotar medidas preventivas. Conheça-as a seguir.

Saiba como evitar cupins na construção
O controle de pragas deve ser incluído já no planejamento da obra. Uma investigação técnica permite identificar possíveis focos de cupins no terreno, tomando-se as medidas necessárias para resolver o problema. O acompanhamento periódico de uma equipe especializada em descupinização garante ainda mais segurança, uma vez que se detectam precocemente quaisquer atividades suspeitas.

A planta da construção é outro ponto chave. No projeto, cabe observar espaços perdidos e pensar em técnicas construtivas que dificultem o acesso dos minúsculos invasores.

Nesse ponto, a escolha dos materiais também se mostra importante. Madeiras tratadas passam por procedimentos que evitam a proliferação dos insetos. Além delas, mesmo os caminhões utilizados para o transporte de cargas devem ser inspecionados, pois a carroceria pode esconder visitantes indesejados.

Por fim, recomenda-se tomar cuidado especial com o descarte de resíduos. Cupins podem se esconder em qualquer resto de madeira ou alimentar-se de outros itens celulósicos, como papelão. Normas para a remoção de entulhos precisam ser cumpridas à risca.

Entendeu como o controle de cupins e brocas é necessário para a construção civil? Então entre em contato.

FONTE: G1

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A limpeza da caixa d’água faz parte da rotina de manutenção de qualquer empresa. Porém, o procedimento pode causar transtornos. Imagine ficar um dia inteiro sem abastecimento num salão de beleza ou num condomínio corporativo!

É por isso que a contratação do serviço deve ser planejada. A seguir, veja dicas para assegurar a higienização do reservatório sem causar impacto na produtividade.

Por que limpar a caixa d’água?

Autoridades sanitárias recomendam limpar a caixa d’água, pelo menos, uma vez a cada seis meses. É que, com o tempo, o recipiente acumula material biológico. Cria-se uma crosta escura nas paredes internas, que causa mau cheiro e pode, inclusive, deteriorar o equipamento.

A falta de manutenção abre espaço para problemas como fissuras e infiltrações nos reservatórios. Logo, o ambiente torna-se propício para a proliferação de pragas urbanas. Pombos, ratos e mosquitos encontram, nesses lugares, refúgios para abrigar-se ou procriar.

A consequência é o aumento da sujeira, com o risco de contaminação da água. Em empreendimentos do setor alimentício, por exemplo, esse descuido acarreta multas e até a interdição das atividades. Portanto, a higienização de reservatórios deve estar sempre em dia.

Como ocorre a higienização de reservatórios de água?

O procedimento de limpeza do reservatório começa pelo esvaziamento do recipiente. Depois, a equipe realiza o enxague e a desinfecção bacteriológica, com substâncias específicas. Por fim, é feita a reposição de líquido potável.

Durante esse processo, o fornecimento de água do prédio é interrompido. Aliás, faz parte das boas práticas evitar a abertura de torneiras e o acionamento de descargas. Impede-se, desse modo, a entrada de ar nos canos.

Para evitar desperdício de água, recomenda-se fechar o hidrômetro dias antes da manutenção. Assim, quando os profissionais iniciarem a limpeza, o nível dos reservatórios já estará abaixo de 20 cm de altura.

Modalidade contratual ajuda no planejamento

Os colaboradores da empresa precisam saber, de antemão, os dias e horários da higienização da caixa d’água. Com isso, podem planejar-se adequadamente.

Companhias de grande porte não costumam notar impacto. Dependendo da quantidade de reservatórios no edifício, o serviço pode ser setorizado, sem corte total no abastecimento.

Já estabelecimentos menores, especialmente os que dependam diretamente do uso da água, devem encontrar alternativas. Restaurantes podem reservar galões para o preparo de alimentos. Outra sugestão é agendar a limpeza para dias de pouco movimento, ou quando não há atendimento ao público.

Para facilitar o planejamento, a dica é optar pela modalidade contratual da higienização de reservatórios. Em vez de chamar os profissionais uma única vez, você pode estabelecer datas para visitas futuras, com periodicidade fixa. Desse modo, o calendário de manutenção pode ser organizado com meses de antecedência, de acordo com as necessidades do seu negócio.

FONTE: Insetcid

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Ah, o verão: época de pegar estrada, abrir a casa da praia e… fazer faxina. Antes de curtir o mar, é preciso arejar os cômodos e tirar o pó dos móveis, certo? Ocorre que, durante os meses em que a residência ficou fechada, o estrago pode ter ido além da sujeira. A alta incidência de cupins no litoral costuma causar prejuízos.

Como atuam os cupins no litoral

A atividade dos insetos diminui no inverno. Ainda assim, eles ficam alojados nos esconderijos mais inusitados: batentes de porta, rodapés, forros de telhado, estrados de camas e móveis diversos. Tão logo o clima volta a esquentar, a colônia segue devorando a madeira.

É a partir da primavera que acontece o acasalamento dos cupins. Os reprodutores, conhecidos como siriris e aleluias, saem em revoada à procura de parceiros para a cópula. Quando um casal se forma, o par vai atrás de um local diferente para instalar o ninho.

O novo endereço dos cupins de madeira seca pode ser, justamente, sua casa de praia. Mesmo que ela tenha ficado trancada esse tempo todo, basta uma fresta na janela para que os bichinhos alados invadam o ambiente.

Outro agravante é a umidade. Lugares fechados, escuros e sem ventilação favorecem a proliferação de mofo – que resulta naquele odor característico presente em muitas residências litorâneas.

Porém, áreas úmidas também concentram os cupins de solo, uma espécie ainda mais destrutiva. Eles chegam a arrebentar o concreto das paredes para encontrar comida. Como os grupos se reproduzem rapidamente, o grau de infestação pode comprometer estruturas inteiras. Imagine os danos materiais!

Controle de pragas evita prejuízos com cupins

Estamos na época certa para o controle de cupins no litoral. Recorrendo ao procedimento agora, você poderá aproveitar as férias sem se preocupar com os seres indesejados.

O serviço profissional de descupinização tem ação curativa. A equipe inspeciona a residência inteira à procura dos esconderijos dos animais. Em seguida, aplica substâncias de uso restrito, capazes de conter o avanço da praga (repelentes de supermercado são ineficazes).

Vale lembrar que os trabalhadores utilizam equipamentos de proteção individual e seguem manuais de boas práticas. Assim, não há risco à saúde dos veranistas.

Ainda, o controle de cupins e brocas serve como mecanismo de prevenção. Os produtos utilizados criam uma barreira protetora, mantendo os insetos afastados de sua casa de praia por até um ano. Ainda bem, pois eles são mais úteis na natureza.

FONTE: Insetcid

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Higienização de Reservatórios, Qualidade de Vida

Você sabe como limpar a caixa d’água de sua residência ou de seu estabelecimento comercial? Quando foi a última vez que o reservatório passou por uma higienização?

As perguntas servem de alerta, pois esse tipo de equipamento requer manutenção periódica. É que, ao longo dos meses, matéria orgânica vai se acumulando no interior do recipiente. Isso pode causar mau cheiro, deteriorar as estruturas e até mesmo desencadear doenças.

Porém, não adianta lavar a caixa d’água com uma esponja. Algumas ameaças invisíveis podem continuar ali. Portanto, você deve buscar soluções específicas para realizar o procedimento de limpeza com segurança.

Água tratada não garante limpeza do reservatório
Em agosto de 2018, os moradores de Taquara/RS viveram dias de transtorno. Um deslizamento de terra interrompeu o abastecimento de água em vários bairros do município.

Um morro cedeu e deslocou o encanamento subterrâneo, causando rompimentos. Técnicos da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) providenciaram máquinas vindas de Porto Alegre para realizar o conserto. No entanto, mesmo após a finalização dos trabalhos, os problemas persistiram.

O barro do morro havia se misturado à água tratada. Quando o líquido voltou a jorrar nas torneiras das casas, era escuro e espesso. Imagine a quantidade de sujeira que ficou depositada nos reservatórios.

E esse é apenas um episódio que ilustra possíveis complicações. Acontece que, algumas vezes, as consequências não são tão visíveis num primeiro momento.

Por exemplo, a captação em poços artesianos é uma situação que merece cuidados. Como esses locais nem sempre são monitorados pelas autoridades, pode haver contaminação por bactérias, protozoários e outros agentes patógenos. O resultado são intoxicações alimentares e outras doenças do sistema digestivo.

A mera concentração de minerais na fonte já ocasiona perdas. Esses elementos alteram a chamada dureza da água. No longo prazo, isso provoca avarias nos utensílios de cozinha, além de dificultar a ação de detergentes.

Por que e como limpar a caixa d’água
As autoridades sanitárias recomendam que a limpeza da caixa d’água seja feita pelo menos a cada seis meses. Esse é o tempo para impedir que as incrustações escuras, resultantes do acúmulo de material biológico, danifiquem ainda mais o equipamento.

Caso o reservatório passe anos sem qualquer tipo de manutenção, pode haver fissuras e até infiltrações. Nesse ponto, você estará abrindo brecha para inconvenientes graves.

Água limpa e parada é o ambiente ideal para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. O inseto é um conhecido vetor de enfermidades, tais como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Outras pragas também podem invadir o reservatório para saciar a sede. Baratas, pombos e ratos são apenas algumas delas. Todos esses seres costumam carregar fungos, bactérias e outros agentes nocivos à saúde humana.

Sem contar que criaturas maiores podem se afogar na caixa d’água. Não é raro observar pedaços de bichos mortos, já em estado de decomposição, nos recipientes que apresentem conservação precária.

Já deu para entender por que a higienização é tão importante, né? Então veja alguns cuidados para limpar o reservatório de água.

Esvazie a caixa d’água
A primeira medida é esgotar o líquido que estiver no interior da estrutura. Durante a limpeza, o nível da água deve ficar abaixo dos 20 cm de altura.

Evite desperdícios. Feche os registros com antecedência e consuma a água normalmente até que a quantidade no reservatório diminua. Outra opção é armazenar o excedente em galões para utilização subsequente.

Esfregue as paredes internas
A higienização propriamente dita pode ser realizada com um pano ou uma esponja macia. Esfregue o fundo e as paredes internas, de modo a remover os sinais visíveis de sujeira.

Importante: não aplique esponja de aço, escova com cerdas metálicas ou detergentes. Esses produtos são abrasivos e comprometem a integridade do equipamento.

Abasteça o reservatório
Finda a limpeza, você já pode vedar a caixa d’água e reabastecê-la com água potável. Aguarde pelo menos 30 minutos antes de retomar o consumo.

Lembre-se que, enquanto a operação estiver sendo realizada, não se deve abrir torneiras nem acionar descargas no prédio. Essa medida é para prevenir a entrada de ar na tubulação.

Por que usar ajuda profissional na limpeza da caixa d’água?
O passo a passo anterior dá a entender que higienização de reservatórios é um procedimento simples. Só que leigos podem enfrentar alguns obstáculos.

Na maioria das edificações, a caixa d’água fica num local de difícil acesso. É preciso subir num telhado ou escalar uma torre. Movimentações assim exigem o uso de equipamentos de segurança, além de treinamento específico para trabalho em altura.

Outro fator preocupante é que a maioria dos agentes patogênicos não é visível a olho nu. Você até pode remover o lodo e as crostas do interior da caixa d’água, mas como saber se as bactérias foram eliminadas?

Na dúvida, o melhor é contar com ajuda especializada. Uma equipe profissional conduz a desinfecção bacteriológica com substâncias especiais. Os compostos, altamente eficazes contra a proliferação de microrganismos, não agridem o meio ambiente nem oferecem risco à saúde dos consumidores.

Os profissionais da Insetcid seguem manuais de boas práticas para uma limpeza de caixa d’água segura e eficiente. Nossos colaboradores vestem equipamentos de proteção individual e tomam todas as precauções para evitar acidentes durante o serviço.

Para sua comodidade, também oferecemos a modalidade contratual. Nesse tipo de acordo, em vez de acionar a empresa uma única vez, você estabelece datas para visitas futuras.

A periodicidade fixa facilita o planejamento das atividades. Você organiza o calendário de manutenção com meses de antecedência, de acordo com as necessidades de seu negócio. Assim, o serviço pode ser setorizado, sem corte total do abastecimento, ou então marcamos a limpeza da caixa d’água para o dia de folga dos funcionários.

FONTE: Insetcid

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Água é saúde. E para que ela só traga benefícios ao corpo, deve ter características sanitárias adequadas, livre de organismos patogênicos e de substâncias tóxicas. Vem daí a importância da limpeza e desinfecção bacteriológica de caixas de água – que devem ocorrer a cada seis meses ou quando houver suspeita de contaminação por substâncias químicas ou por pragas que podem ocupar seu interior, como roedores, baratas, pombos e mosquitos.

O procedimento de limpeza e higienização de caixas de água da Imunizadora Hoffmann consiste no esvaziamento, desinfecção bacteriológica e reposição de água potável no recipiente. O trabalho elimina incrustações escuras que se instalam nas paredes dos reservatórios e formam uma película biológica (a qual está sempre em crescimento) que provoca contaminações, mau cheiro e deterioração dos equipamentos.

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Após quase 70 anos de guerra contra ratazanas, uma província canadense luta para manter o status exclusivo de único território do mundo livre da peste

Ratos são nossos bons companheiros. Excluindo as regiões polares, praticamente não há aglomeração humana, por menor e remota que seja, imune à presença deles. Especialmente do Rattus norvegicus, a popular ratazana. É a espécie mais comum entre nós, da qual deriva até o ratinho de laboratório. Essa cumplicidade indesejada vem desde que começamos a acumular restos de comida – resultado do início da agricultura, há 10 mil anos. Cerca de 4 mil anos mais tarde, o desenvolvimento das cidades representou para os ratos uma revolução tão grande quanto para nós: em nossos lares, eles encontraram conforto para se reproduzir em buracos nas paredes, no esgoto e em móveis velhos. Desde que viraram bichos urbanos, não precisam se afastar mais de 100 metr0s do lugar onde nasceram para ter uma vida farta. Até em lugares muito isolados, como a ilha de South Georgia, perto da Antártida, eles deram um jeito de chegar. E se multiplicaram tanto que viraram praga: em 2015, o governo local recorreu a 100 toneladas de veneno, lançado por três helicópteros, para exterminar nossos piores amigos – que insistem em voltar de navio.

Mas nenhum lugar do planeta se compara à província de Alberta, no Canadá. Com área de 660 mil km2, equivalente à soma de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, Alberta fechou a fronteira para os ratos. Não existem Rattus norvegicus convivendo com os 3,6 milhões de moradores do território. A façanha só foi possível com a ajuda da geografia e do clima – e uma dose gigantesca de paranoia.

Alberta começou a guerra contra os ratos em 1950 e só se declarou vitoriosa em 2002. Ainda assim, sofre com invasões pontuais, prontamente atacadas com extrema violência: o governo gasta 460 mil dólares canadenses (C$) por ano – cerca de R$ 1,1 milhão – para patrulhar as fronteiras, envenenando, incinerando ou até demolindo potenciais focos de invasão. Além disso, a população segue normas rigorosas para manter a peste banida.

Sobrevivendo no inverno
A geografia de Alberta dificulta o acesso dos ratos. Ao Norte, a divisa é com territórios formados basicamente por gelo. As Montanhas Rochosas, a Oeste, formam outra barreira natural para as ratazanas. No inverno, as temperaturas da província caem abaixo de -50 ºC. O acesso mais fácil dos roedores é pelo Leste, já que ao Sul fica uma vasta pradaria na fronteira com o Estado americano de Montana – cheia de predadores que fazem o trabalho sujo de graça para os vizinhos canadenses. Além disso, o rato comum (Rattus rattus) não sobrevive ao frio da região.

Na década de 1920, porém, casas e silos do território vizinho, Saskatchewan, começaram a ser ocupados por famílias de Rattus norvegicus, que suportam bem os invernos rigorosos, e se multiplicavam rapidamente. Três décadas depois, ratos foram identificados pela primeira vez em Alberta. “Não existem predadores naturais para eles na nossa região. O crescimento foi exponencial e colocava em risco toda a produção agropecuária”, declara Chelsea Himsworth, pesquisadora-chefe do Vancouver Rat Project, um centro multidisciplinar dedicado a estudar os hábitos dos ratos e como o contato deles com humanos impacta a sociedade. Apesar de a exploração de petróleo e a produção industrial estarem na base da economia de Alberta, a agricultura e a criação de gado também eram relevantes para as contas locais. A ameaça a esses setores motivou o então governador John James Bowlen a adotar medidas drásticas. Em 1950, ele lançou um plano de extermínio que precisaria do apoio compulsório de todos os habitantes. “É até hoje a tentativa mais ambiciosa de eliminar totalmente os roedores, considerando centenas de locais que já se propuseram a isso”, afirma Chelsea.

 (Marcio Moreno/Reprodução)

Nos primeiros três anos, o governo de Alberta apostou na formação de profissionais preparados para lidar com os bichos. E também divulgou campanhas educativas para a população, que, em geral, nunca tinha visto ratos domésticos na vida e não sabia identificá-los nem como lidar com eles. As campanhas estimulavam o uso de venenos agressivos, como arsênico, carbonato de bário e fosfito de zinco. Eles podiam ser comprados em mercados comuns ou adquiridos de graça em postos de atendimento do governo espalhados por toda a região. Para garantir que os venenos fossem usados da maneira correta e com segurança, seminários de instrução foram realizados nas cidades e povoados albertenses. E deu certo: não foram registrados incidentes envolvendo abuso dos produtos ou ingestão acidental por humanos.

Mas todo o esforço ruiu: os roedores, que em 1951 estavam espalhados por 180 km de fronteira a Leste, no ano seguinte já eram vistos por 270 km. As infestações, que avançavam no máximo 10 km Alberta adentro, em 1952 já estavam 60 km além dos limites territoriais. Os ratos roeram todo o investimento feito contra eles.

Guerra ao roedor
Para correr atrás do prejuízo, de 1953 a 1960, as ações de controle foram trocadas por ataques maciços. O governo colocou funcionários para aplicar quantidades maiores de produtos químicos em locais estratégicos. Logo no primeiro ano de guerra aberta, 63,6 mil kg de trióxido de arsênico em pó foram aplicados em 8 mil construções e 2,7 mil fazendas, dispostas ao longo de 300 km de fronteiras. O produto era espalhado no chão de todos os cômodos, do lado de dentro e de fora das paredes, exagero que envenenou açudes, arrasou plantações e matou gado.

Demorou meses para as pessoas saberem que o ataque do governo aos ratoscausava os prejuízos. Foi só a partir de 1954 que os moradores receberam cartas informando sobre as ações extremas que estavam em curso. Em meados dos anos 1950, a rede de funcionários públicos especializados em caçar ratos se espalhou pela fronteira e a peste parecia prestes a ser contida.

A essa altura do programa, a população já não precisava ajudar no extermínio, mas era obrigada a informar o governo sobre qualquer suspeita de roedores: de 1956 em diante, o morador que não colaborasse na caçada podia ser advertido pela Justiça e até multado. Além de comprar os venenos indicados pelo governo, era essencial instalar ratoeiras nas casas. Funcionários públicos fiscalizavam locais de grande concentração de comida, como silos, armazéns e depósitos de mercados, e puniam quem não estivesse prevenido.

A vitória ficou mais perto: os índices de avistamento despencaram de 640 registros anuais no início dos anos 1950 para 200 ocorrências em 1959 – no início da década de 1960, as notificações se limitaram a meros 40 km de fronteiras.

Conforme a política raticida vingava, a paranoia crescia. Em 1973, Calgary, maior cidade da província, teve quatro quarteirões fechados por três dias. Ninguém podia entrar, a não ser os moradores, e a circulação de carros e pedestres foi proibida. Tudo porque dois prédios vizinhos relataram simultaneamente o avistamento de ratazanas circulando nos fossos dos elevadores. De acordo com um segurança, o bicho parecia carregar um filhote na boca – sinal de que já havia reproduzido e iria colocar mais ratinhos no mundo. Para o tamanho da neurose de Alberta, o risco era real: um filhote vira adulto com 75 dias de vida e pode, se não estiver sozinho, é claro, gerar até 48 filhotes na sua curta existência de 24 meses.

Entre as décadas de 1970 e 1980, o avistamento de ratazanas se manteve estável, com 200 notificações anuais. Nos anos 1990, caíram para menos de cem. Mas o objetivo ainda não estava alcançado: registros pontuais da existência de roedores sinalizavam que, de alguma forma, eles ainda invadiam a província.

A volta dos que não foram
Em 2002, Alberta finalmente se declarou livre dos roedores: houve zero notificações no ano. Começava a fase de manutenção do status alcançado. O governo local teme que os roedores tragam para a região doenças que não existem por lá. Faz sentido: ratos provocam pelo menos 55 enfermidades. Isso acontece por culpa das pulgas e de outros parasitas que carregam no corpo e transportam para nós quando comem nossa comida, fazem cocô em nossas casas ou xixi na água que usamos.

Atualmente, as autoridades de Alberta estimam que a região ainda seja ocupada quase todos os anos – em 2012, e depois novamente em 2014, invasões de centenas de ratos deixaram a equipe de caça em alerta máximo. O status de “área livre de ratazanas” oscila: a região se declara assim por meses seguidos, até aparecer um novo foco.

Por isso, a guerra nunca acaba. Seis funcionários do Departamento de Agricultura, sob comando de Phil Merrill, são dedicados especialmente à zona de controle, uma área na fronteira Leste com 600 km de comprimento e 29 km de largura. Eles viajam por esse restrito perímetro em busca de sinais de ratazanas e, quando os encontram, usam fumaça, veneno e fogo. Escavadeiras entram em ação para demolir construções que abrigam ninhos – os donos desses imóveis são indenizados pelo governo depois. Celeiros e casas abandonados são derrubados sem piedade.

Sempre que necessário, outros 164 trabalhadores de controle de pestes são disponibilizados para ajudar. Os moradores continuam sendo educados para atacar roedores sempre que possível. Manter lixo em sacos, em vez de enterrar ou queimar os resíduos, é passível de multa pesada, e a imprensa dá destaque a qualquer aparecimento de ratos. Existe até uma linha telefônica exclusiva para quem desconfiar que avistou o animal: 310-RATS (7287).

Os benefícios compensam tanto trabalho? Aparentemente, sim. “A cada dólar canadense gasto para manter os ratos fora do território, evita-se um prejuízo de C$ 3,50 à lavoura e à saúde pública”, informa a assessoria de comunicação de Alberta. Ou seja, ser implacável com os roedores representa uma economia anual de R$ 2,8 milhões à província, que, oficialmente, comemora: “Tecnicamente, não somos alvo de nenhuma atividade de infestação de ratazanas. Elas não habitam em Alberta.”

12 mil é o valor máximo da multa prevista por posse ilegal de ratos em Alberta – a pena alternativa é de até 60 dias na prisão. Apenas zoológicos, universidades e instituições de pesquisa podem manter ratos em cativeiro.

Invasões bárbaras
O avanço das ratazanas pela América do Norte – até serem barradas por Alberta

1. 1770 – A chegada

Ratazanas desembarcam na região em navios vindos da Europa. Diferentemente do que o nome científico (Rattus norvegicus, ou “rato norueguês”) sugere, a espécie teve origem na China e na Mongólia, e não na Noruega.

2.1920 – Conquista do Oeste

Roedores aparecem em Saskatchewan, a leste de Alberta. À época, o avanço da espécie, rumo ao Noroeste, era de 24 km por ano. Inspirados pela província vizinha, Saskatchewan adotou um programa de controle de ratos em 1972.

3.1950 – Alerta vermelho

Primeiro registro da presença de ratos em Alberta e início do programa de controle. A população é intimada a combater os invasores e, para isso, recebe aulas de como reconhecer os animais e de como administrar venenos pesados.

4.2002 – Zona de conflito

Foi o ano em que não houve avistamento de ratazanas e Alberta se declarou livre delas. Hoje em dia, seis funcionários do Departamento de Agricultura inspecionam a zona de controle permanente, aniquilando ratos na região fronteiriça mais vulnerável da província.

FONTE: super.abril

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Os ratos são uma praga para a maioria das pessoas, mas fazem de tudo para continuar vivendo em nossa companhia. E conseguem.

Um dia você resolve limpar a despensa de casa e – surpresa! – descobre que o lugar está infestado de ratos. Os sacos de comida estão furados e vazios, nem as embalagens dos eletrodomésticos se salvaram. A presença dos bichos é repugnante, mas não há motivo para desespero, você pensa. Afinal, há no mercado um arsenal de ratoeiras e iscas envenenadas. Depois de armar uma arapuca perfeita, você vai dormir sossegado, certo de que os intrometidos estão com as horas contadas. Doce ilusão. No dia seguinte, as armadilhas estão intocadas. Os ratos não deram nem uma mordida. Em compensação, devoraram mais um pouquinho da comida que restava, como se adivinhassem suas intenções. Esses roedores são mesmo tão inteligentes?

Bem, se os ratos fossem assim tão fáceis de derrotar, eles não seriam um dos inimigos mais antigos – e odiados – da humanidade. Segundo o zoólogo americano Anthony Barnett, já faz 10 mil anos que tentamos nos livrar deles. “Convivemos com os roedores pelo menos desde que a agricultura começou”, diz Barnett, professor emérito da Universidade Nacional da Austrália e autor do livro The Story of Rats. Depois de tanto tempo de convivência, não é de espantar que os dentuços tenham aprendido nossas manias e nossas falhas e desenvolvido truques para conviver conosco sem correr muito risco.

Mas o convívio com a humanidade não mudou só a vida dos ratos. Segundo Barnett, esses animais, na mão contrária, alteraram a história da humanidade também. Especialmente na ciência, mas não só. Os gatos, por exemplo, que na antiga mitologia egípcia alcançaram o status de divindade, só foram admitidos nas casas depois que as pessoas perceberam sua utilidade na caça aos roedores. Até na Bíblia os ratos mereceram citação. Em algumas passagens, escritas há 3 mil anos, eles são classificados como “impuros”. Os homens tementes a Deus deveriam manter distância deles.

Essa rusga histórica teve dois momentos cruciais. O primeiro deles foi a fundação das primeiras cidades, há 10 mil anos, que, desde então, propiciam uma fonte inesgotável de alimento e abrigo para os roedores. “Nós fornecemos muita comida e boas condições de sobrevivência para eles”, afirma Neide Ortêncio Garcia, do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. Tanto é assim que, dos milhares de tipos de roedores nas florestas capazes de sobreviver de vegetais e insetos, as três espécies mais numerosas do mundo são aquelas que vivem nos esgotos, nos depósitos e nas ruas das cidades. São elas a ratazana (Rattus norvegicus), o rato de telhado (Rattus rattus) e o camundongo (Mus musculus).

As grandes navegações, no século XIV, selaram de vez a aliança dos bigodudos conosco. A bordo das caravelas e de outras embarcações, essas três espécies se espalharam do seu local de origem – a Eurásia – para o resto do mundo. Poucas vezes, aliás, homens e roedores estiveram tão próximos. Eles infestavam os navios, e se alimentavam da mesma comida que os marinheiros. Matá-los ajudava os tripulantes a aliviar o tédio, mas também fornecia uma boa refeição. Um dos marinheiros de Fernão de Magalhães (1480-1521) – comandante da primeira viagem ao redor do mundo – relatou que lamentava comer biscoitos que fediam a urina de rato e não conseguir nenhum desses animais para comer. “Eles provavelmente eram uma boa fonte de vitamina C e ajudavam a aliviar doenças como o escorbuto”, afirma Barnett.

Nojento é relativo: até hoje nós desfrutamos dos ratos como alimento. Os irulas, um grupo étnico do sul da Índia, capturam milhares de ratos por ano, os cozinham e os colocam como ingredientes de uma farta (mas não necessariamente deliciosa) refeição. Para quem tem estômago forte e não se preocupa com doenças, o Larousse Gastronomique, um dos mais importantes livros de culinária do mundo, traz uma receita em que ratazanas e ratos devem ser limpos, despelados, temperados com óleo e cebolas e grelhados em fogo alto.

Duro de matar
Para as pessoas de paladar tradicional, no entanto, ter ratos na despensa não significa ter um item a mais no cardápio do mês, mas apenas um problema difícil de resolver. Entre os vários truques que ratazanas e ratos de telhado desenvolveram para evitar nossos ataques, está uma habilidade especial em evitar armadilhas e devorar apenas a comida saudável. Não se trata de um sexto sentido ou de uma esperteza diabólica: eles simplesmente têm aversão a objetos novos colocados em um ambiente conhecido, uma característica que os cientistas chamam de neofobia. Como as ratoeiras e o veneno são novidades, acabam intocados. Já a comida que estava lá…

É preciso astúcia para capturar um rato. “Existem muitas estratégias para enganá-los”, afirma Neide. Uma delas é colocar pequenos alimentos inofensivos durante dias, até que os ratos se acostumem a comê-los, e só depois acrescentar veneno. Outro truque é utilizar substâncias químicas que só fazem efeito mais de cinco dias depois de ingeridas, o que impede que os animais relacionem a morte de um de seus companheiros ao alimento ingerido. As ratoeiras só funcionam com espécies menos desconfiadas, como o camundongo. “O mais eficaz é retirar a comida disponível e, com ela, as condições de sobrevivência dos roedores”, diz Neide.

Por que exterminar os ratos? Porque eles transmitem doenças ao ser humano. São pelo menos 55 enfermidades, segundo Normam Gratz, biólogo aposentado da Organização Mundial de Saúde (OMS), que listou doenças transmitidas direta ou indiretamente pelos rabudos. Mas ele mesmo reconhece que o número certamente é maior. Nenhuma delas teve um impacto maior que a peste negra, que começou no século 14, na Ásia, e invadiu a Europa. Uma das hipóteses afirma que, durante uma batalha, guerreiros turcos, sem conseguir romper a muralha de uma cidade na atual Ucrânia, arremessaram cadáveres contaminados para dentro dos muros. A peste, causada por bacilos transmitidos por pulgas de ratos, espalhou-se rapidamente e matou cerca de 25 milhões de europeus – um terço da população do continente naquela época.

Mas a lista de doenças graves transmitidas por roedores não termina aí. A leptospirose, por exemplo, uma infecção provocada por uma bactéria que causa febre, dores e às vezes hemorragias e morte, é transmitida pela urina de ratos. A doença infecta centenas de pessoas todo ano e é um dos maiores riscos decorrentes de enchentes. E há ainda as enfermidades causadas por hantavírus, micróbios que vivem nas secreções dos roedores e são transmitidos pelo ar. Apesar de terem sido detectadas há poucas décadas, as doenças causadas por hantavírus já se espalharam pelo mundo e têm alto índice de letalidade. “Os ratos são uma rede global e subterrânea de transmissores de doenças”, diz Bartlett.

Especialistas e entediados
Graças à diversidade existente entre elas, as três espécies de ratos adaptadas ao homem ocupam habitats diferentes e acabaram por cobrir praticamente todas as possibilidades de convívio humano: camundongos, por exemplo, preferem lugares fechados (como um armário). Ratos de telhado são encontrados normalmente no ambiente que lhes dá o nome. Já as ratazanas costumam cavar buracos no chão e possuem uma habilidade impressionante para caminhar nesses túneis.

Em seu habitat, eles são eficientes como atletas profissionais em sua especialidade. Experiências com ratos em labirintos, que já são realizadas há mais de cem anos, desde 1900, mostraram que esses animais não só são capazes de aprender os caminhos com rapidez, mas também conseguem inventar atalhos e retornar sem dificuldades para o ponto de partida. Um biólogo comparou essa habilidade à de um pianista que, depois de aprender uma peça, consegue tocá-la de trás para a frente com a mesma desenvoltura. Nessa área, a inteligência dos roedores chega a rivalizar com a humana. Cientistas fizeram experiências em que estudantes universitários e ratos precisavam achar a saída de labirintos de desenho idêntico. Os humanos perderam de lavada: os roedores não só conseguiram acertar de primeira como gravaram mais rapidamente o percurso. No entanto, o desempenho dos estudantes melhorou com o tempo e, depois de muito treino, eles conseguiram trazer o troféu para a nossa espécie. Ufa!

Não se sabe ao certo qual a origem dessa incrível noção espacial, mas alguns fatores ajudam os ratos. Um deles são os bigodes, que funcionam como órgãos sensoriais e permitem que eles achem o caminho até mesmo no escuro. Também é importante o gosto natural por explorar ambientes novos. Mesmo faminto, um rato que seja colocado em um lugar desconhecido irá explorar o ambiente inteiro antes de partir para a refeição. Ele consegue com isso aprender os caminhos, encontrar novos parceiros, água ou abrigo e também, por incrível que pareça, aliviar o tédio. Os ratos tendem a preferir situações novas. E frequentemente se enjoam de atividades repetitivas. Se treinarmos uma cobaia para acender e apagar a luz da gaiola, ela a princípio ficará acionando o interruptor apenas pela diversão da mudança. Só quando estiver cansada da brincadeira é que deixará o quarto com a luminosidade que achar adequada.

O gosto por mudanças pode ser muito útil para o aprendizado dos roedores, como mostraram algumas experiências do psicólogo canadense Donald Hebb, um dos pioneiros da psicobiologia. Ele levou alguns ratos de telhado para sua casa, onde eles poderiam brincar com suas duas filhas, uma de cinco e outra de sete anos. Depois de um dia de diversão, esses felizardos se saíram muito melhor nos testes de laboratório que os colegas que ficaram presos no tédio das gaiolas.

A inteligência e o aprendizado dos ratos também se estendem ao principal fator da sua vida: a comida. Se tiver acesso a diversos tipos de alimento, um roedor comerá um pouco de tudo e manterá uma alimentação equilibrada em calorias e nutrientes. Algumas pesquisas indicam que o ser humano também teria essa habilidade inata, mas o acesso que temos hoje a comidas muito saborosas e pouco saudáveis bagunçou nossos hábitos alimentares. Apesar de terem uma dieta saudável por instinto, os ratos também aprendem com seus ancestrais os lugares que oferecem boas refeições e identificam, pelo cheiro de outros roedores, que comidas podem ser atacadas sem problema.

Comer (quase) sem frescura
Apesar de todo o conhecimento sobre os bichos, os cientistas ainda se deparam com peculiaridades. Em um experimento, antes mesmo de o estudo começar, um grupo de pesquisadores enfrentou um dilema: as ratazanas não gostaram do alimento que lhes foi dado, uma conhecida marca de cereal matinal. O teste só foi adiante quando alguém esqueceu por ali um pedaço da embalagem do cereal. Os ratos adoraram o petisco e a experiência finalmente foi feita.

Comida é fundamental para entender a sociedade dos ratos. É a comida, ou melhor, a quantidade dela, que determina o tamanho de uma população de ratos. “Quando há muito alimento, as fêmeas procriam mais”, afirma o biólogo Luiz Eloy Pereira, do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Em situações de fartura, as ratazanas têm uma gestação de apenas 22 dias, podem ter até 13 filhotes de uma só vez e engravidar novamente 21 horas depois de parir. Ou seja: em um ano, uma fêmea pode dar à luz mais de 200 felpudinhos.

Mas a superpopulação dá origem a conflitos, e a programação biológica das ratazanas também prevê essa situação. Se o ambiente já estiver lotado e com pouca comida, o número de filhotes será menor e, em alguns casos, a fêmea poderá até devorar alguns dos que nascerem. “Ratos lutam para dominar um espaço e também as fontes de comida. São animais territoriais que não aceitam invasões”, diz Luiz Eloy. As lutas entre machos envolvem patadas, arranhões, cortes e mordidas, mas nunca levam à morte, ou ao menos não diretamente. Experiências mostram que, quando ratos são colocados no ambiente de outros, os conflitos dão origem a três grupos de machos. Os primeiros, chamados de alpha, são grandes, movem-se livremente e atacam intrusos. Os segundos, apelidados de beta evitam os alpha, mas não têm dificuldade em se alimentar e sobreviver. Já o terceiro grupo (ômega) anda e come pouco, ganha uma aparência deprimida, perde peso e, se não tiver para onde fugir, morre.

O motivo desses óbitos ainda é um mistério para os cientistas, mas acredita-se que, de alguma forma, o estresse social debilita o sistema imunológico dos roedores e os torna mais suscetíveis a infecções. Pois é. Os ratos também têm seus párias.

Seus hábitos sociais complexos e sua capacidade de aprender, de procriar e de comer de tudo fizeram dos ratos as cobaias favoritas dos cientistas ao longo do século XX. Hoje, mais de 80% das pesquisas feitas com animais envolvem roedores (incluídos aí os coelhos e os porquinhos-da-índia), originando uma demanda que criou gerações e gerações de bichos que nunca viveram fora de ambientes controlados. Resultado: os animais de laboratório são hoje bichos muito diferentes de seus parentes selvagens. A ratazana de laboratório, uma das espécies mais utilizadas, adquiriu características diferentes, como perda da neofobia – aquela desconfiança de elementos estranhos ao seu hábitat, porque isso atrapalharia muito as pesquisas.

Hoje, há ratos de todo tipo, criados por empresas especializadas em desenvolver cobaias para pesquisas específicas. Para estudos sobre hipertensão, por exemplo, há cobaias que vêm “de fábrica” com pressão alta. Em outros casos, é preciso animais muito semelhantes uns aos outros, para diminuir a variabilidade de um indivíduo para outro. Para essas ocasiões, as empresas fabricam milhares de ratos com código genético idêntico, como se fossem gêmeos múltiplos. A última novidade, anunciada no mês passado, foi o rato com controle remoto. Funciona assim: os cientistas instalaram três eletrodos no cérebro do animal, dois deles dando indicações da direção que ele deve seguir. Quando ele segue a orientação, recebe uma descarga do terceiro eletrodo, plugado a uma região que fornece sensação de prazer ao bichinho. Graças a essas pesquisas, a ciência já conseguiu, ao menos nas cobaias, vencer inúmeras enfermidades que ainda afligem os humanos, como mal de Parkinson, nanismo, obesidade e vários tipos de câncer.

Toda essa pesquisa, no entanto, ainda não foi capaz de responder à pergunta que você se faz quando se vê ludibriado pelos ratinhos do seu porão: os ratos são inteligentes ou é tudo apenas instinto? “Não existe um consenso a respeito do que é aprendizado ou inteligência em animais”, afirma Anthony Barnett. “Tudo o que podemos dizer é que muitas vezes os ratos parecem pensar de modo mais rápido e lógico que nós.”

FONTE: super.abril

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Segundo cientistas, entender como funciona o mecanismo de dor nos roedores pode servir à criação de analgésicos mais potentes.

Wasabi, mostarda escura e rabanete cru são ingredientes que estão longe de serem consensos culinários. Afinal, precisam ser usados de forma sutil para proporcionar uma experiência agradável: basta exagerar um pouquinho na dose para provocar uma careta – acompanhada de uma sensação de picância que faz o olho lacrimejar e a boca adormecer. Isso acontece devido à ação do isotiocianato de alila, composto químico encontrado nesses alimentos e responsável pela ardência.

Não são apenas os humanos que sentem desconforto ao exagerar na quantidade de raiz forte. Estudos científicos provaram que isso vale também para aranhas, moscas e ratos de laboratório. Uma espécie, porém, faz inveja a esse grupo. Trata-se do rato toupeira-highveld, roedor nativo da África do Sul para quem o isotiocianato de alila não provoca efeito algum.

Você, leitor da SUPER, talvez se lembre da aura de bizarrice que envolve a espécie dos ratos-toupeira pelados (Cryptomys hottentotus pretoriae) – os primos carecas (e mais feiosos) dos highveld, que você pode ver abaixo.

Capazes de usar frutose, uma reserva de energia característica das plantas, os toupeira-pelados podem viver até 18 minutos sem ar. Além disso, estudos anteriores comprovaram sua estranha habilidade de nunca contrair câncer e serem imunes à dor causada por ácidos.

Graças ao trabalho de um grupo internacional de pesquisadores, publicado recentemente na revista Science, é possível adicionar mais um item à lista de super poderes à família dos ratos-toupeira.

FONTE: super.abril

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Simples: as malditas habitam os lugares onde jogamos tudo o que não presta para nós

É preconceito. O habitat de animais influencia no julgamento do ser humano, e, como as baratas vivem em locais como esgotos, ralos e lixos, onde se alimentam de detritos, elas não poderiam deixar de ser odiadas. Cupim e besouro, por exemplo, são insetos como esta criatura repugnante. Mas não temos medo deles. E ainda tem os fofinhos. “Algumas espécies de borboletas têm cores similares às das baratas, porém moram em árvores e em flores. Logo, nós as consideramos ‘graciosas’”, diz José Albertino Rafael, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Vale a mesma coisa para os ratos de esgoto e os hamsters. São roedores, mas um é odiado e o outro é bicho de estimação.

A psicologia dá outras explicações. Quando a memória registra um episódio ruim na infância, você não vai necessariamente se lembrar dele na fase adulta, mas um medo irracional pode permanecer. Esse pavor também pode vir de outros – por exemplo, de sua mãe subindo no sofá, gritando para o homem da casa se livrar do bichano.

Baratas…
… podem ter até 13 cm, como os baratões do gênero Blaberus, da Amazônia.

… vivem 5 meses.

… são divididas em 4 mil espécies espalhadas pelo mundo.

… botam ovos 8 vezes na vida, com 40 filhotes por vez.

… aguentam uma semana sem cabeça ou sem beber e até um mês sem comer.

… têm 300 milhões de anos.

FONTE: super.abril

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Por dois motivos. O primeiro é que a quantidade de sangue que o inseto suga de uma pessoa é muito pequena, assim como a concentração de partículas virais. A maioria dos infectados com HIV não possui níveis detectáveis de vírus no sangue (o que não é o caso de pessoas contaminadas com dengue, por exemplo). E os que possuem ainda assim têm níveis muito baixos – bem abaixo do necessário para transmissão de outras doenças virais. O outro motivo é que o HIV, diferentemente do vírus da malária e da febre amarela, por exemplo, não se multiplica dentro dos insetos – pelo contrário, é destruído.

Mesmo que carregassem quantidade suficiente de vírus, mosquitos não são como seringas: a regurgitação de saliva ocorre por uma passagem e a ingestão de sangue por outra

Esmagá-lo no braço também não transmite a doença, porque a concentração viral é pequena

FONTE: super.abril

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Depois das plantas geneticamente modificadas, a ciência dá o passo seguinte - e cria um animal transgênico. Será que isso é uma boa ideia?

Você nasce, cresce, chega à idade adulta. Em dado momento, sai por aí em busca da sua cara-metade – ou, colocando a questão menos romanticamente, atrás de alguém para satisfazer o impulso de fazer sexo (ah, os hormônios…). O problema, por assim dizer, é que você carrega um segredo dentro de si. Um segredo terrível, que vai destruir a sua própria espécie. Parece um conto bíblico, mas é real: é a história do OX513, um mosquito geneticamente modificado que foi criado pelo homem com a missão de extinguir o Aedes aegypti e acabar com a epidemia de dengue. Depois de criar versões transgênicas de plantas como o milho e a soja, agora a humanidade modifica o DNA de um bicho e se prepara para liberá-lo na natureza. Aqui mesmo no Brasil – onde fica a primeira fábrica de mosquitos transgênicos do mundo.

Mosquitos são criaturas terríveis. Estima-se que eles tenham sido responsáveis por metade de todas as mortes de seres humanos ao longo da história. Ou seja, mataram mais gente do que qualquer outra coisa. Isso acontece porque, como se multiplicam rápido e em enormes quantidades, são excelentes transmissores de doenças – como a dengue, que é causada por um vírus chamado DENV. O mosquito pica uma pessoa infectada, adquire o vírus, e o espalha para outras pessoas ao picá-las também. A dengue é uma doença séria, que pode matar, e um grande problema no Brasil: em 2013, o Ministério da Saúde registrou 1,4 milhão de casos, mais que o dobro do ano anterior. Tudo culpa do Aedes aegypti. Ele é um mosquito de origem africana, que chegou ao Brasil via navios negreiros, na época do comércio de escravos. E hoje, impulsionado pela globalização, levou a dengue a mais de cem países (na década de 1970, apenas nove tinham epidemias da doença). Os números mostram que, mesmo com todos os esforços de combate e campanhas de educação e prevenção, o mosquito está ganhando a guerra.

Entra em cena o OX513A, que foi criado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra. Ele é idêntico ao Aedes aegypti – exceto por dois genes modificados, colocados pelo homem. Um deles faz as larvas do mosquito brilharem sob uma luz especial (para que elas possam ser identificadas pelos cientistas). O outro é uma espécie de bomba-relógio, que mata os filhotes do mosquito. A ideia é que ele seja solto na natureza, se reproduza com as fêmeas de Aedes e tenha filhotes defeituosos – que morrem muito rápido, antes de chegar à idade adulta, e por isso não conseguem se reproduzir. Com o tempo, esse processo vai reduzindo a população da espécie, até extingui-la. Recentemente, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, um órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, aprovou o mosquito. E o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a permitir a produção em grande escala do OX513A – que agora só depende de uma última liberação da Anvisa. A Oxitec, empresa criada pela Universidade de Oxford para explorar a tecnologia, acredita que isso vai ocorrer. Tanto que acaba de inaugurar uma fábrica em Campinas para produzir o mosquito.

O OX513A já foi utilizado em testes na Malásia, nas Ilhas Cayman (no Caribe) e em duas cidades brasileiras: Jacobina e Juazeiro, ambas na Bahia. Deu certo. Em Juazeiro, a população de Aedes aegypti caiu 94% após alguns meses de `tratamento¿ com os mosquitos transgênicos. Em Jacobina, 92%. As outras formas de combate, como mutirões de limpeza, campanhas educativas e visitas de agentes de saúde, continuaram sendo realizadas. “Nós não paramos nenhuma ação de controle. Adicionamos mais uma técnica”, diz a bióloga Margareth Capurro, da USP, coordenadora técnica das experiências. Há indícios de que o mosquito transgênico funciona. Mas ele também tem seu lado polêmico.

VIDA ARTIFICIAL

Há quatro anos, quando os mosquitos da Oxitec chegaram à Malásia para uma das primeiras rodadas de teste, surgiu uma preocupação. Quando um organismo geneticamente modificado é introduzido na natureza, seja ele uma planta ou um animal, é complicado prever tudo o que pode acontecer – e muito difícil contê-lo se alguma coisa der errado. Em tese, os mosquitos transgênicos não têm como se espalhar. Três a quatro dias depois de serem soltos, e de fazer sexo com uma fêmea, eles simplesmente morrem. Seus filhotes não conseguem crescer, e também morrem. E a história acaba aí. Mas, e se o mosquito OX513A sofresse uma mutação, e se tornasse imune ao gene letal? Afinal, é assim que a evolução funciona. Mutações são inevitáveis. “Todas as espécies agem para burlar os fatores que tentam exterminá-las”, afirma o biólogo Carlos Andrade, da Unicamp. Se o inseto transgênico conseguisse vencer o gene letal, ele poderia se reproduzir livremente – e se tornaria incontrolável. Foi essa a preocupação do grupo ambientalista inglês EcoNexus, que enviou uma carta às autoridades da Malásia. “Os [insetos] transgênicos podem não ser completamente erradicados do ecossistema, com consequências perigosas.” A Oxitec diz que não há risco. Ela estima que até 5% dos filhotes transgênicos poderão sobreviver ao gene letal, e chegar à idade adulta. Mas eles serão menores e mais fracos do que os mosquitos “selvagens”, e por isso não conseguirão se reproduzir. Mesmo se conseguirem, em tese não terão nenhuma característica que os torne mais perigosos que o Aedes comum. Além disso, como eles são criados em laboratório, seu DNA pode ser monitorado. “Os dois genes [que foram] inseridos são muito estáveis. A linhagem OX513A foi criada em 2002, e até agora teve mais de cem gerações em laboratório, sem nenhuma mudança nos genes inseridos”, afirmou a empresa em nota enviada à SUPER.

GUERRA DOS SEXOS

Os mosquitos machos se alimentam de frutas, e por isso não picam. Quem pica é a fêmea, que precisa de sangue humano para nutrir seus ovinhos. É ela que transmite a dengue. Por isso, as fêmeas de OX513A são separadas no próprio laboratório. Algumas são mantidas em cativeiro, para reproduzir a espécie, e as demais são mortas (veja no infográfico). Apenas os machos, que não picam, são liberados na natureza.

O processo de separação não é perfeito. Até 0,2% dos mosquitos liberados são fêmeas, que podem picar seres humanos. Não é uma quantidade insignificante. A fábrica da Oxitec em Campinas tem capacidade para produzir 500 mil mosquitos machos por semana, podendo ser ampliada para 2 milhões. Isso significa que, devido à margem de erro, mil a 4 mil fêmeas seriam liberadas a cada semana. E elas poderiam transmitir dengue. A Oxitec questiona essa possibilidade. “Para transmitir dengue, a fêmea primeiro tem de pegar dengue”, diz Sofia Pinto, supervisora de produção dos mosquitos. O ciclo da dengue, em que o mosquito pega o vírus de uma pessoa e o transmite para outra, leva cerca de dez dias. Um estudo 1 revelou que em condições ideais, de laboratório, as fêmeas de OX513A podem alcançar 16 dias de vida. Mas, segundo a Oxitec, isso não ocorre na natureza – onde os insetos transgênicos não sobrevivem mais de quatro dias. Ou seja: em tese, as fêmeas liberadas acidentalmente não teriam tempo de espalhar a doença.

O impacto ambiental é outra questão relevante. Uma eventual extinção do Aedes aegypti não poderia acabar criando um desequilíbrio ecológico? “Não acredito que vamos ter efeitos negativos, porque esse mosquito é uma espécie invasora”, diz Glen Slade, diretor da Oxitec. O mosquito da dengue já chegou a ser erradicado no Brasil, na década de 1950, e só voltou nos anos 80 (vindo da Ásia). “Não existe animal que viva nos criadouros desse mosquito, como caixas d¿água e vasos de plantas. E animais como lagartixa, sapo, pássaro comem qualquer inseto que voe, não só esse mosquito”, explica Margareth Capurro, da USP. “Ele é uma praga. Não faz parte do ecossistema. É um mosquito que vive somente nas áreas urbanas, completamente associado ao homem”, completa. Ou seja, os predadores naturais do Aedes não vão passar fome. Mas existe, sim, uma possibilidade de desequilíbrio ambiental: o nicho ecológico do Aedes aegypti ser ocupado por outra espécie. Um possível candidato é o Aedes albopictus, que também transmite dengue. Tanto que a Comissão Nacional de Biossegurança condicionou a aprovação do mosquito transgênico a uma exigência: a Oxitec deverá monitorar a população de Aedes albopictus, para detectar com antecedência uma eventual proliferação dessa outra espécie.

Apesar de todos os poréns científicos, a crítica mais forte ao inseto transgênico está relacionada a algo trivial: a quantidade de mosquitos necessária. O OX513A é fisicamente mais fraco do que o mosquito natural, e por isso tem que ganhar em número. Para que a técnica dê certo, e o transgênico consiga acasalar com as fêmeas (para gerar descendentes inférteis e acabar com a espécie), é preciso liberar uma quantidade enorme dele: dez mosquitos transgênicos para cada mosquito selvagem. Na prática isso significa que, para tratar uma área bem pequena, com apenas 10 mil habitantes, seria preciso liberar 2 milhões de mosquitos por semana durante a fase inicial de tratamento, que dura de quatro a seis meses. Isso é alvo de críticas de alguns especialistas. “Liberar milhões de mosquitos numa área de alguns quarteirões urbanos é insano. É forçar para dar certo”, diz o biólogo Carlos Fernando Andrade, da Unicamp. “Para tratar 1 milhão de pessoas, 10 milhões de pessoas, precisaríamos criar muitas fábricas”, admite Glen Slade, da Oxitec. Ou seja: a quantidade necessária de mosquitos OX513A para erradicar a dengue, num país do tamanho do Brasil, pode acabar sendo inviavelmente grande. “Criar mosquito para depois matar mosquito não é nada inteligente. E, no caso de se usar transgênicos, é caro”, afirma Andrade. A Oxitec estima que, para tratar uma cidade pequena, de 50 mil pessoas, o custo fique entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões no primeiro ano (em seguida, R$ 1 milhão anual para manutenção). “Com boas práticas domésticas e do poder público, evitando água parada, não se cria o vetor [o Aedes aegypti]”, diz Andrade.

O OX513A pode acabar se mostrando uma solução sofisticada demais para um problema que pode ser atacado com medidas mais simples. Talvez a vacina contra o vírus da dengue (leia texto abaixo) acabe funcionando e torne desnecessário o uso de mosquitos transgênicos. Ou, quem sabe, o inseto geneticamente modificado venha a ser liberado em grande volume – e de fato consiga exterminar o Aedes aegypti. E a humanidade terá conseguido extinguir uma espécie usando outra espécie – que ela mesma criou.

* * *
E a vacina?
Seria muito mais fácil controlar a dengue com uma vacina. E ela pode estar perto de virar realidade. Num estudo 2 feito na Ásia, 10 mil crianças receberam uma vacina experimental, fabricada pelo laboratório francês Sanofi Pasteur. Entre elas, houve 56,5% menos casos de dengue. Ou seja: a vacina não é perfeita, mas parece fazer efeito. O problema é que só imuniza contra três dos quatro subtipos de vírus da dengue – e os cientistas ainda não sabem o porquê. Há outro estudo em curso, com 20 mil voluntários espalhados por Brasil, Colômbia, Honduras, México e Porto Rico.

FONTE: super.abril

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Por que pernilongos picam algumas pessoas sempre e outras não?
E como eles alcançam áreas cobertas do corpo?

Ninguém é imune a picadas nem tem o sangue mais ou menos apetitoso. Mas, dependendo do dia, uma pessoa pode estar mais atrativa do que outras. Mosquitos dependem de estímulos para escolher a vítima e são atraídos pela silhueta, pelos movimentos e pelo cheiro. Suar muito, veja só, produz ácido lático, cujo perfume é atraente para os insetos. O CO2 exalado na respiração também desperta interesse dos pernilongos, o que explica aquele torturante zumbido perto do ouvido à noite. O mesmo vale para o odor do pé, vulgo chulé.

Para se safar sem inseticidas ou repelentes, a estratégia é fazer o corpo cheirar diferente e confundir o inimigo: vale ingerir alho e cebola – alimentos cujo odor exala pela pele – ou usar loções, perfumes, desodorantes e cremes – nada específico, tem que testar.

Sobre ser picado por baixo da roupa, nem todo pernilongo é capaz dessa façanha. Algumas espécies que vivem em ambientes menos urbanos conseguem enfiar a tromba (ou probóscide) através das grossas peles de capivaras, preás, pássaros e macacos. Para esses, atravessar camisetas e até jeans é bico.

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Elas estão moídas no seu chocolate, sobrevivem a até um mês sem cabeça e comem seres humanos vivos. A boa notícia: elas não resistiriam a um ataque nuclear

Casca dura
Para proteger o interior delicado, elas são revestidas por um casco duro de quitina. O formato achatado permite que elas suportem esmagamentos leves sem morrer.

Creme
A massa branca que sai quando você esmaga uma barata é gordura e protege os órgãos internos. Ela permite que o inseto fique dias sem comer.

Filhotes
A maioria das baratas guarda seus ovos em um recipiente chamado ooteca, que fica dentro do corpo. Algumas espécies seguram os filhotes dentro de si até estarem prontos para ir ao mundo; outras largam a ooteca em um lugar seguro para os ovos eclodirem sozinhos.

Antenada
Dotadas de pequenos pelinhos ultrassensíveis, as antenas das baratas captam odores e podem, dependendo da espécie, detectar a presença de água, álcool ou açúcar nas proximidades.

Fôlego
A barata respira por 20 aberturas laterais chamadas espiráculos, que levam o ar para o corpo todo. Assim, pode ficar horas sem oxigênio.

Radar
Esses espinhos no traseiro dão informações detalhadas sobre ameaças: percebem movimentos sutis do ar e captam informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade.

FONTE: super.abril

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O que mantém as baratas unidas é o cocô

A barata alemã (Blattella germanica) é uma espécie bem pequena, comumente encontrada em lugares úmidos e escondidos, como armários da cozinha e banheiro. Ela vive em conjunto com outras baratas: essa união facilita o processo de reprodução, evita predadores, previne a perda de água e regula a temperatura do corpo dos insetos. Agora, uma nova pesquisa realizada da Universidade da Carolina do Norte mostra que as colônias só se formam por causa do cocô das baratas, ou, mais especificamente, por substâncias que as bactérias intestinais produzem, e que acabam sendo liberadas nas fezes.

Para entender melhor como esses feromônios fecais funcionam, o time de pesquisadores identificou 40 componentes altamente atrativos, os ácidos carboxílicos volatéis, no cocô das baratinhas alemãs. Esses ácidos são os grandes reponsáveis por agregá-las. Foram analisadas as fezes de baratas “esterilizadas”, criadas em ambientes sem germes. Dessa maneira, elas não teriam bactérias intestinais. O resultado mostrou que 12 dos 40 componentes não estavam presentes, e 24 apareciam em níveis menores.

As fezes sem bactérias falharam ao promover a união entre as baratas. Depois de identificadas e isoladas, as bactérias das fezes normais foram introduzidas nas baratas esterilizadas. Assim, elas recuperaram o comportamento sociável, e voltaram a formar colônias. Isso significa que os micróbios intestinais contribuem para a formação dos ácidos, que, por sua vez, funcionam com agentes agregadores. Ou seja, se não fossem as bactérias, as baratas seriam bem mais solitárias.

FONTE: super.abril

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Sanitização de Ambientes é um processo de higienização e eliminação de agentes causadores de infecções, alergias, patógenos que causam bronquite, asma, renite dentre outros desconfortos provenientes de fungos ou mofos. ... Ao ser aplicada, cria uma camada protetora que age impedindo a proliferação de fungos e bactérias.

Mesmo após uma boa faxina, o ambiente ainda pode conter fungos, bactérias e ácaros. O problema se agrava em locais com grande circulação de pessoas. Por isso, você precisa recorrer aos serviços de sanitização, que eliminam microrganismos nocivos e previnem a proliferação de doenças. A seguir, saiba tudo sobre esse tipo de procedimento.

O que é a sanitização de ambientes?
Trata-se de um trabalho que combate agentes patogênicos como bactérias, ácaros e fungos. Artigos de limpeza comuns, como vassouras e detergentes, não são eficazes para eliminar essas ameaças invisíveis, então é preciso recorrer a equipamentos especiais.

Para que serve a sanitização de ambientes?
Em linhas gerais, para garantir benefícios à saúde das pessoas, proporcionando leveza e bem-estar aos recintos. O acúmulo de bactérias, vírus e outros microrganismos impede que se que viva uma rotina plenamente saudável. Logo, a sanitização ajuda a frear a disseminação de doenças respiratórias, como rinites e resfriados.

Ainda, esse procedimento contribui na conservação de alimentos e objetos. Sem mofo ou bactérias para deteriorar os materiais, mantém-se a vida útil dos produtos por mais tempo.

Como a sanitização é feita?
A substância sanitizante é aplicada por uma equipe de especialistas. A única exigência é o isolamento do local pelo período em que durar o serviço. Os profissionais usam aparelhos de alta tecnologia e equipamentos de proteção individual adequados.

A ação química do produto forma uma película protetora nas paredes do ambiente, que ficam protegidas contra a proliferação de microrganismos. O tempo de aplicação depende diretamente do tamanho do espaço a ser sanitizado.

Poucas horas após o procedimento, pessoas e animais já podem retornar à área. O produto sanitizante é livre de riscos, pois não é inflamável nem corrosivo.

Quais estabelecimentos devem recorrer ao procedimento?
Qualquer residência ou estabelecimento comercial pode recorrer à sanitização de ambientes. Recomenda-se esse trabalho, especialmente, para endereços com grande circulação de pessoas.
A combinação de umidade, suor e temperaturas mais altas é comum em salas fechadas. Essa é a receita ideal para que colônias de bactérias aumentem. Boates e academias, por exemplo, devem recorrer à sanitização periodicamente, como já comentamos neste blog.
No caso de fábricas, devido ao elevado número de colaboradores em atividade, há de se considerar o risco de contaminação da produção. Dependendo do segmento – caso da indústria alimentícia, entre outras –, pode haver consequências para a saúde pública.
Falando nisso, clínicas, consultórios e hospitais também merecem atenção especial. Os pacientes carregam vírus e bactérias da rua. Portanto, a qualidade da limpeza é a chave para a prevenção e o combate a infecções.
Por fim, ainda podemos citar a necessidade da sanitização em escritórios, lojas, hotéis, pousadas, motéis e até mesmo veículos de passageiros. Já em se tratando de propriedades na zona rural, o serviço é importante para preservar a saúde tanto de pessoas quanto de animais.

É preciso renovar o serviço?
Sim. Recomenda-se que o serviço de sanitização de ambientes seja realizado a cada três meses. Essa medida garante a máxima eficácia do produto sanitizante.

Existe outra maneira de purificar o ar?
Existe. Além da sanitização tradicional, você pode realizar a aplicação do ozonizador. O aparelho desinfeta o ar, eliminando mofo, ácaros, bactérias e uma série de outros microrganismos. O equipamento é portátil, tem baixíssimo consumo de energia e não possui contraindicação para pessoas alérgicas, já que não utiliza químicos. É uma alternativa para remover odores ruins do ambiente, como cheiro de cigarro.

O que mais pode ser feito pela limpeza do ambiente?
É importante assegurar a correta higienização de cortinas, sofás e camas. Aliás, o acúmulo de ácaros num travesseiro pode ser a razão para espirros, coceira e até falta de ar. Esses pequenos aracnídeos comprometem bastante a qualidade do sono de um hóspede.
Sendo assim, recomendamos a sanitização de estofados. O procedimento é feito com um aparelho projetado para a limpeza profunda de camas, colchões, tapetes, sofás, cadeiras, berços, travesseiros, almofadas, cortinas, lençóis e outros tipos de tecidos. A renovação do serviço deve ser feita a cada quatro meses.
Quer experimentar o serviço antes de decidir se vai comprar? Clique na imagem abaixo e agende sua demonstração gratuita de Sanitização de Colchão, Tapetes e Estofados.

Quem realiza a sanitização de ambientes?
A Insetcid Dedetizadora conta com equipes treinadas e capacitadas para realizar o procedimento. A empresa oferece os seguintes serviços: sanitização de ambientes; sanitização de colchões, tapetes e estofados.

FONTE: Insetcid Dedetizadora

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Quem diz que em boca fechada não entra mosquito não deveria abrir a boca.

Um levantamento apontou que cada americano ingere, em média, 140 mil fragmentos de insetos – visíveis ou não. Isso pode significar 900 gramas consumidos ao fim da vida.

O número brasileiro deve ser parecido, já que a Anvisa, que regula os processos da indústria de alimentos, adota parâmetros semelhantes aos da FDA, órgão equivalente nos EUA.

No Brasil, a quantidade máxima de fragmentos de insetos varia conforme o produto. Em 100 gramas de chocolate são permitidos até 10 fragmentos; no café, para cada 25 gramas, pode haver no máximo 60; e em uma xícara de farinha de trigo, até 180 pedacinhos.

FONTE: superabril

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