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Moscas são bem mais nojentas do que se imaginava. E exemplares coletados aqui no Brasil indicaram que podem transmitir até um micro-organismo que causa gastrite.

Basta uma única mosquinha sobrevoando a mesa para ligar o sinal de alerta: quem está por perto corre para espantar o inseto, na tentativa de evitar seu contato com a comida a todo custo. Quando já é tarde demais, o jeito é reparar o estrago. Os mais precavidos tratam de descartar o pedaço em que o bicho pousou e isolar a área, para garantir que o visitante indesejado não volte a dar as caras durante a refeição.

Embora possa parecer para alguns, não se trata apenas de excesso de cuidado. Alimentos de fato podem ficar contaminados graças à breve visita de uma mosca, tudo por conta dos hábitos pouco higiênicos desses insetos. Durante seus voos, eles acabam se alimentando de tudo que é tipo de detrito. Restos como fezes, animais mortos e matéria orgânica em decomposição estão recheados de micróbios, que ficam grudados em suas asas e patas e podem se desprender na próxima aterrissagem.

Um estudo recente, publicado no jornal Scientific Reports, cravou que uma mosca doméstica, por exemplo, pode carregar até 351 bactérias diferentes. No caso da varejeira, também conhecida como mosca verde, são 316 tipos de microrganismos — alguns deles, inclusive, nocivos à saúde humana.

“Em geral, estas bactérias são oportunistas e potencialmente patogênicas, causando doenças do trato gastrointestinal, do trato urinário, úlceras estomacais, infecções cutâneas e respiratórias”, explicou Ana Carolina Martins Junqueira, professora de genética e genômica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em entrevista a SUPER. Coordenando uma equipe internacional de cientistas, ela analisou 116 exemplares dessas moscas, coletados em áreas urbanas do Brasil, EUA e Cingapura.

FONTE: super.abril

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A mosca Drosophila melanogaster visitou o céu em 1947, dez anos antes de Laika entrar em órbita – em um míssil balístico V-2 alemão capturado pelos EUA

Tudo começou em 1910, em uma sala de 35 m² no 3º andar da Universidade Columbia, em Nova York. O cafofo – até grande para os padrões de uma quitinete, mas minúsculo para os de um laboratório – era ocupado pelo biólogo Thomas Hunt Morgan, seus alunos e… moscas. Muitas e muitas moscas da espécie Drosophila melanogaster, armazenadas em garrafas de leite. Bananas maduras, quase podres, eram usadas às dezenas para atrai-las e alimentá-las. Quem visitou o local, nessa época, não esquece o cheiro.

Insalubridade à parte, Morgan estava entusiasmado. Após analisar milhares de moscas no microscópio, havia encontrado algumas com traços genéticos bastante peculiares, como olhos brancos, em vez de vermelhos. Cruzando moscas mutantes e normais – de maneira similar ao que Mendel, o fundador das teorias da hereditariedade, fez com ervilhas em 1865 –, descobriu que os olhos brancos eram um traço recessivo, e os vermelhos, um dominante. Depois, em uma série de experimentos cheios de sacadinhas matemáticas geniais, concluiu que o gene para a cor dos olhos estava localizado nos cromossomos X e Y, que determinam o sexo. Assim, ficou comprovado que os cromossomos eram como um colar, em que cada miçanga é um gene.

Foi uma revolução. Após décadas esquecidas na gaveta, as teorias do monge austríaco finalmente estavam sendo resgatadas e expandidas. A genética virou ciência pra valer, e ganhou um mascote de asas. O tempo passou e hoje sabemos que a tal mosquinha é muito mais útil como cobaia do Morgan jamais sonhou. 60% do seu genoma é idêntico ao nosso. 75% dos genes que causam doenças no ser humano têm equivalentes perfeitos no inseto. 50% de suas proteínas têm análogos nos mamíferos. Sem ela, não entenderíamos tão bem câncer, diabetes e doenças como as de Parkinson, Alzheimer e Huntington. Seis prêmios Nobel de Medicina ou Fisiologia (2017, 2011, 2004, 1995, 1946 e 1936) foram para pesquisas com a Drosophila melanogaster.

FONTE: super.abril

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