Artigos por "moscas"

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Um mosquito pode picar por cima da roupa? Não tipo jeans, mas roupa de academia. Acho que já rolou comigo…

Sim.

Os Anopheles, o Aedes taeniorhynchus e o Aedes scapularis perfuram até calça jeans, mas dificilmente te picaram, pois não são urbanos.

Os mosquitos, em geral, se guiam pelo calor, odor e CO² que emana da pele e buscam regiões mais expostas do corpo humano para picar. Se não encontram, podem perfurar tecidos e alcançar a pele em busca de vasos sanguíneos.

Espécies da cidade, como os Culex e Aedes (aegypti e albopictus), porém, não ameaçam sua roupa.

FONTE: superabril

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A ciência explica como esses insetos conseguem escapar ilesos após sugarem nosso sangue. A chave para a fuga está na sua dinâmica de voo

O zumbido irritante é suficiente para nos deixar com o alerta ligado. Mas, na maioria das vezes, costuma ser tarde demais: o incômodo mosquito, bem antes de percebermos, já pousou na nossa pele e coletou parte de sua refeição sanguínea diária. Depois de ficar duas ou até três vezes mais pesado que no início da ceia, o inseto precisa só dar um jeito de zarpar de sua boca-livre. Sair sorrateiramente é essencial para evitar a possível represália — normalmente, um tapa certeiro que põe fim à sua carreira como chupador de sangue.

A destreza com que eles driblam essa vingança é o que mais impressiona. Nossa mão é dezenas de vezes maior que seu corpo, o que, pelo menos em teoria, nos permitiria detê-los facilmente. O que exatamente torna possível que eles voem entre nossos dedos e prolonguem sua fuga? De tão intrigante, a questão virou tema de um estudo científico, publicado no Journal of Experimental Biology.

Utilizando câmeras ultra potentes, capazes de registrar 125 mil imagens por segundo, um grupo internacional de pesquisadores conseguiu chegar à resposta. Para captar o melhor ângulo, eles fotografaram 600 indivíduos da espécie Anopheles coluzzii, um dos vetores da malária. Além da sessão fotográfica, os cientistas produziram também 63 vídeos. 32 deles eram estrelados por mosquitos que tinham acabado de se alimentar de sangue e o restante por insetos que estavam em jejum. Todo esse material permitiu a eles identificar a maneira pouco usual de voar desses insetos — incrivelmente eficiente para escapar de saias justas como essa.

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Moscas são bem mais nojentas do que se imaginava. E exemplares coletados aqui no Brasil indicaram que podem transmitir até um micro-organismo que causa gastrite.

Basta uma única mosquinha sobrevoando a mesa para ligar o sinal de alerta: quem está por perto corre para espantar o inseto, na tentativa de evitar seu contato com a comida a todo custo. Quando já é tarde demais, o jeito é reparar o estrago. Os mais precavidos tratam de descartar o pedaço em que o bicho pousou e isolar a área, para garantir que o visitante indesejado não volte a dar as caras durante a refeição.

Embora possa parecer para alguns, não se trata apenas de excesso de cuidado. Alimentos de fato podem ficar contaminados graças à breve visita de uma mosca, tudo por conta dos hábitos pouco higiênicos desses insetos. Durante seus voos, eles acabam se alimentando de tudo que é tipo de detrito. Restos como fezes, animais mortos e matéria orgânica em decomposição estão recheados de micróbios, que ficam grudados em suas asas e patas e podem se desprender na próxima aterrissagem.

Um estudo recente, publicado no jornal Scientific Reports, cravou que uma mosca doméstica, por exemplo, pode carregar até 351 bactérias diferentes. No caso da varejeira, também conhecida como mosca verde, são 316 tipos de microrganismos — alguns deles, inclusive, nocivos à saúde humana.

“Em geral, estas bactérias são oportunistas e potencialmente patogênicas, causando doenças do trato gastrointestinal, do trato urinário, úlceras estomacais, infecções cutâneas e respiratórias”, explicou Ana Carolina Martins Junqueira, professora de genética e genômica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em entrevista a SUPER. Coordenando uma equipe internacional de cientistas, ela analisou 116 exemplares dessas moscas, coletados em áreas urbanas do Brasil, EUA e Cingapura.

FONTE: super.abril

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E as formigas e moscas tampouco são inocentes –carregam 13 e 72 milhões de micro-organismos nocivos, respectivamente

Não, você não leu errado. Aquele nojinho que sentimos quando esses insetos invadem nossas casas tem fundamento – eles são capazes de transportar milhões de fungos e bactérias em seus corpos e acabam disseminando esses microrganismos perigosos por onde passam.

O alerta vem de um estudo brasileiro conduzido por pesquisadoras da Universidade Metrocampo/Wyden, em Campinas (SP), que decidiram investigar se esses bichinhos realmente são nocivos à saúde e se eles serviriam de “meios de transporte” para agentes causadores de doenças.

Para obter essas respostas, a bióloga e professora da Metrocamp Rosana Siqueira e a aluna Rayanne Koeler saíram às ruas para, literalmente, caçar baratas, moscas e formigas. “Tivemos que coletá-las vivas, o que dificultou o trabalho, principalmente no caso das baratas”, relata Rosana à SUPER. Essas danadas têm hábitos noturnos e não frequentam qualquer lugar – preferem áreas escuras e sem pessoas (a rejeição é recíproca, cucarachas!).

No total, foram “sequestrados” 40 bichos. No laboratório, eles tomaram um banho com uma solução salina que os esterilizou das antenas às patinhas. “Depois, colocamos essa água em meios de cultura para identificar os microrganismos que eles estavam transportando”, conta a cientista.

Os números são assustadores: em uma única barata as pesquisadoras chegaram a encontrar 250 milhões de fungos e bactérias, nas moscas foram identificados 72 milhões de representantes desses agentes infecciosos e, nas formigas, 13 milhões. Na lista estão bactérias como Salmonella, Escherichia coli e Shigella, que causam encrencas como dor de barriga, diarreia, vômito e febre; e fungos como Candida albicans, que provoca candidíase, e Rhodotorula, associado a micoses e até meningite.

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A mosca Drosophila melanogaster visitou o céu em 1947, dez anos antes de Laika entrar em órbita – em um míssil balístico V-2 alemão capturado pelos EUA

Tudo começou em 1910, em uma sala de 35 m² no 3º andar da Universidade Columbia, em Nova York. O cafofo – até grande para os padrões de uma quitinete, mas minúsculo para os de um laboratório – era ocupado pelo biólogo Thomas Hunt Morgan, seus alunos e… moscas. Muitas e muitas moscas da espécie Drosophila melanogaster, armazenadas em garrafas de leite. Bananas maduras, quase podres, eram usadas às dezenas para atrai-las e alimentá-las. Quem visitou o local, nessa época, não esquece o cheiro.

Insalubridade à parte, Morgan estava entusiasmado. Após analisar milhares de moscas no microscópio, havia encontrado algumas com traços genéticos bastante peculiares, como olhos brancos, em vez de vermelhos. Cruzando moscas mutantes e normais – de maneira similar ao que Mendel, o fundador das teorias da hereditariedade, fez com ervilhas em 1865 –, descobriu que os olhos brancos eram um traço recessivo, e os vermelhos, um dominante. Depois, em uma série de experimentos cheios de sacadinhas matemáticas geniais, concluiu que o gene para a cor dos olhos estava localizado nos cromossomos X e Y, que determinam o sexo. Assim, ficou comprovado que os cromossomos eram como um colar, em que cada miçanga é um gene.

Foi uma revolução. Após décadas esquecidas na gaveta, as teorias do monge austríaco finalmente estavam sendo resgatadas e expandidas. A genética virou ciência pra valer, e ganhou um mascote de asas. O tempo passou e hoje sabemos que a tal mosquinha é muito mais útil como cobaia do Morgan jamais sonhou. 60% do seu genoma é idêntico ao nosso. 75% dos genes que causam doenças no ser humano têm equivalentes perfeitos no inseto. 50% de suas proteínas têm análogos nos mamíferos. Sem ela, não entenderíamos tão bem câncer, diabetes e doenças como as de Parkinson, Alzheimer e Huntington. Seis prêmios Nobel de Medicina ou Fisiologia (2017, 2011, 2004, 1995, 1946 e 1936) foram para pesquisas com a Drosophila melanogaster.

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