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Os insetos chupadores de sangue, que vivem em camas de hotel, são um problema mundial. E agora os cientistas sabem onde eles gostam de viajar: meias usadas

Em abril, uma incômoda coceira nas costas tirou a fleuma dos ingleses. “Número de percevejos de cama resistentes a produtos químicos triplica e atinge ‘níveis epidêmicos'”, afirmou o tabloide The Sun, na época.

Não foi só Londres que se entupiu dos insetinhos chupadores de sangue: praticamente todas as grandes cidades do mundo – isso inclui São Paulo e Rio de Janeiro – vêm assistindo a uma alta no número de Cimex lectularius desde 1995. Há inclusive um site norte-americano dedicado a listar os hotéis cujas camas estão infestadas pelo artrópode.

Especialistas em saúde pública concordam que o problema é em parte consequência da globalização. A circulação de turistas e estudantes entre países não para de aumentar desde o fim da Guerra Fria, e os bichinhos de 0,5 cm, que vivem de beber nosso sangue, adoram pegar uma carona com eles.

Essa história, até agora, só tinha um ponto sem nó: é muito improvável que você passe 10 horas em um avião sem perceber que há um monte de percevejos te almoçando. Qual é, então, o truque do lectularius para viajar pelo mundo?

FONTE: superabril

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Uma das pragas urbanas mais indesejáveis, os percevejos já eram um incômodo para o homem bem antes de existir a vida em cidades. Em um estudo publicado no Journal of Medical Entomology, arqueólogos encontraram evidências de três espécies primitivas de percevejos, com idade entre 5 mil e 11 mil anos, que dividiam espaço conosco em cavernas.

As espécies identificadas nos 14 fragmentos de fósseis (Cimex pilosellus, Cimex latipennis, e Cimex antennatus) integram o mesmo gênero do percevejo mais comum encontrado atualmente, Cimex lectularius. Mas “não são os percevejos atuais, de quartos de hotel, que todos conhecem e amam”, explica Martin E. Adams, um dos autores do estudo. As versões ancestrais provavelmente parasitavam morcegos – outro inquilino indesejável dos hominídios em sua vida em cavernas.

Sabe-se que as espécies atuais se deram bem com esse estilo a vida primitiva em cavernas, colonizando a Europa, Ásia e África. O fóssil mais antigo de Cimex lectularius, por exemplo, foi encontrado no Egito, em 1999, e data de 3,5 mil anos atrás. No entanto, os exemplares encontrados em Paisley Caves, no estado norte-americano do Oregon, não integram a relação de espécies atuais – e os cientistas não sabem explicar ao certo como eles foram parar lá, nem o quanto influíram na vida de nossos ancestrais que habitavam a América do Norte.

FONTE: super.abril

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